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NEGÓCIOS E ECONOMIA

09/05/2016

Portugal aproveita Web Summit para atrair gigantes tecnológicas

Portugal aproveita Web Summit para atrair gigantes tecnológicas As cinco gigantes tecnológicas – Apple, Amazon Web Services, Google, Facebook e Twitter – têm perspetivas positivas de aposta em Portugal, disse o presidente da AICEP, Miguel Frasquilho, que quer usar a conferência Web Summit em Lisboa para captar o seu interesse.

Miguel Frasquilho esteve em Abril num ‘roadshow’ em São Francisco, tendo contactado as cinco tecnológicas de referência a Apple, a Amazon Web Services, a Google, o Facebook e o Twitter – e ,”com qualquer um deles, as perspetivas de aposta em Portugal são positivas”.
 
Adiantou que a Apple, como tem os seus próprios eventos, não deverá vir ao Web Summit, adiantando: “mas o Facebook virá certamente, o Twitter também, a Google também e a própria Amazon Web Services veremos”. Perguntado se o investimento destas tecnológicas em Portugal se pode materializar, disse: “isso é algo que se pode materializar porque há algo que está a ser também cada vez mais reconhecido lá fora, que é o nosso sistema de ‘start ups’, que é muito interessante”. “Vamos aproveitar esta oportunidade da presença de grandes investidores, grandes empresas e referências mundiais em Portugal nessa altura para lhes dar a conhecer, com programas paralelos, a realidade do nosso tecido empresarial e do nosso eco-sistema de ‘start-up'”, disse em entrevista à Reuters. “Isso irá abrir ainda mais as portas do nosso país aos investidores internacionais”, disse o líder da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal. Miguel Frasquilho está otimista que a conferência Web Summit, que se realizará em Lisboa e
Entre 7 e 10 de novembro, vai superar o sucesso das anteriores edições em Dublin. 
 
Portugal aproveita Web Summit para atrair gigantes tecnológicas As cinco gigantes tecnológicas – Apple, Amazon Web Services, Google, Facebook e Twitter – têm perspetivas positivas de aposta em Portugal, disse o presidente da AICEP, Miguel Frasquilho, que quer usar a conferência Web Summit em Lisboa para captar o seu interesse. Miguel Frasquilho esteve em Abril num ‘roadshow’ em São Francisco, tendo contactado as cinco tecnológicas de referência a Apple, a Amazon Web Services, a Google, o Facebook e o Twitter – e ,”com qualquer um deles, as perspetivas de aposta em Portugal são positivas”. Adiantou que a Apple, como tem os seus próprios eventos, não deverá vir ao Web Summit, adiantando: “mas o Facebook virá certamente, o Twitter também, a Google também e a própria Amazon Web Services veremos”. Perguntado se o investimento destas tecnológicas em Portugal se pode materializar, disse: “isso é algo que se pode materializar porque há algo que está a ser também cada vez mais reconhecido lá fora, que é o nosso sistema de ‘start ups’, que é muito interessante”. “Vamos aproveitar esta oportunidade da presença de grandes investidores, grandes empresas e referências mundiais em Portugal nessa altura para lhes dar a conhecer, com programas paralelos, a realidade do nosso tecido empresarial e do nosso eco-sistema de ‘start-up'”, disse em entrevista à Reuters.
 
 “Isso irá abrir ainda mais as portas do nosso país aos investidores internacionais”, disse o líder da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal. Miguel Frasquilho está otimista que a conferência Web Summit, que se realizará em Lisboa entre 7 e 10 de novembro, vai superar o sucesso das anteriores edições em Dublin. Lisboa venceu a organização do Web Summit para os próximos três anos, podendo este período vir a ser alargado mais dois anos, tendo vencido cidades concorrentes como Amesterdão, Berlin, Paris, Barcelona e como Dublin que albergou o Web Summit durante cinco anos. Miguel Frasquilho espera que Lisboa organize esta conferência nos próximos cinco anos e está confiante que, em novembro, irá superar os números de edição de Dublin. No ano passado em Dublin estiveram mais de 1.000 investidores, mais de 2.100 ‘start ups’, 1.200 jornalistas cobrindo 109 países e mais de 42.000 participantes, quando há cinco anos eram 400 participantes. “Nós estimamos em Lisboa este ano mais de 55.000 participantes e que aqueles números de Dublin possam crescer na mesma proporção”, realçou o presidente da AICEP. “Nós estamos à espera de muita gente de todas as partes do mundo, muitos investidores, muitos empresários, muitas ‘start ups’. Estamos à espera de superar claramente os números de Dublin, disso não tenho dúvida nenhuma”. 
 
Adiantou que “o ano passado, Dublin teve 21 conferências, no âmbito do Web Summit, desde o sector automóvel, culinária, cinema, desporto, moda, tecnologias, a tudo um pouco, e é isso que vai ser repetido este ano em Lisboa”, referindo: “quiçá com uma abrangência ainda maior e vamos ter ‘world class speakers'”. “A AICEP é uma das entidades que participa na ‘task force’ que está a co-organizar com os promotores do Web Summit. As outras entidades portuguesas são o Turismo de Portugal e o Turismo de Lisboa”. “Atrevo-me a dizer: há uma Lisboa antes do Web Summit e uma Lisboa depois do Web Summit. Há um Portugal antes do Web Summit e um Portugal depois do Web Summit porque o país não é tão grande vai ter impacto a nível global do país”. Miguel Frasquilho realçou que as ‘start ups’ portuguesas “têm feito a proeza extraordinária de se conseguirem financiar, levantarem capital nos EUA, que é obviamente onde existe um maior número de ‘venture capital’, capitais de risco, investidores dispostos a apostar”. 
 
“Apesar dessas ‘start-ups’ terem operações em São Francisco, Nova Iorque, Londres ou outras praças internacionais mais ou menos importantes, todas elas mantêm a sua ligação e operações em Portugal, onde estão a produzir, a criar riqueza e emprego”.

Fonte: Portugal Global



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