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MUNDO

06/10/2016

Português António Guterres é escolhido para secretário-geral das Nações Unidas

O ex-primeiro-ministro português e ex-alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) António Guterres deverá ser o próximo secretário-geral das Nações Unidas. A indicação do Conselho de Segurança será submetida à Assembleia Geral da ONU.

 

O ex-primeiro-ministro português e ex-alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) António Guterres deverá ser o próximo secretário-geral das Nações Unidas. A indicação do Conselho de Segurança, votada nesta quarta-feira (5), será submetida à Assembleia Geral da ONU.

Depois de cinco votações em que os votos dos 15 membros eram indiscriminados, os votos dos membros permanentes (China, Rússia, França, Reino Unido e Estados Unidos) foram destacados pela primeira vez, ficando visível algum caso de veto.

António Guterres venceu as cinco primeiras votações para o cargo, que aconteceram a 21 de julho, 05 de agosto, 29 de agosto, 09 de setembro e 26 de setembro. 

O presidente do Conselho de Segurança das ONU disse aos jornalistas, no final da sexta votação do Conselho de Segurança para secretário-geral, que o organismo espera recomendar "por aclamação" o nome de António Guterres na quinta-feira.

"Hoje, depois da nossa sexta votação, temos um favorito claro e o seu nome é António Guterres. Decidimos avançar para um voto formal amanhã [quinta-feira, 6] de manhã  e esperamos fazê-lo por aclamação", disse aos jornalistas Vitaly Churkin.

Depois de uma hora e meia de encontro, pela primeira vez na história da organização os 15 embaixadores dos países com assento no Conselho de Segurança vieram falar aos jornalistas para anunciar o nome do português.

"Senhoras e senhores, estão a testemunhar uma cena histórica. Nunca foi feito desta forma. Este foi um processo de seleção muito importante", disse o embaixador russo.

Momentos depois, a embaixadora dos Estados Unidos junto da ONU disse que os 15 países membros do Conselho de Segurança decidiram unir-se em volta de António Guterres devido às provas que deu na sua carreira e durante a campanha.

"As pessoas queriam unir-se em volta de uma pessoa que impressionou ao longo de todo o processo e impressionou a vários níveis de serviço", disse Samantha Powell aos jornalistas.

António Guterres ficou à frente desta última votação com 13 "encoraja" e não recolheu nenhum veto.

Depois de cinco votações em que os votos dos 15 membros eram indiscriminados, os votos dos membros permanentes (China, Rússia, França, Reino Unido e Estados Unidos) foram destacados pela primeira vez, sendo assim possível perceber se havia algum veto.

António Guterres venceu as cinco primeiras votações para o cargo, que aconteceram a 21 de julho, 05 de agosto, 29 de agosto, 09 de setembro e 26 de setembro.

Depois de a resolução ser aprovada na quinta-feira pelo Conselho de Segurança, o nome de Guterres segue para aprovação na Assembleia Geral da ONU.

O novo secretário-geral da organização substitui Ban Ki-moon e entra em funções a 01 de janeiro de 2017.

Fonte: Portugal Digital



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