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08/11/2016

EDP Brasil anuncia vencedores do Prêmio Energias na Arte

Em parceira com Instituto Tomie Ohtake, trabalhos de 10 artistas serão expostos em São Paulo; Vencedor da premiação será conhecido no dia 9

Em sua quinta edição, o Prêmio Energias na Arte anuncia os seus vencedores. O prêmio é fruto da parceria entre o Instituto Tomie Ohtake e a EDP Brasil, empresa que atua nas áreas de geração, distribuição, comercialização e soluções de energia elétrica, e conta com apoio do Instituto EDP, organização que coordena os projetos socioambientais do Grupo.

Os finalistas, André Arçari (Vitória – ES); Antonio Társis de Jesus Miranda (Salvador – BA); Beatriz Barros Martins (Rio de Janeiro – RJ); Eduardo Montelli Lacerda (Porto Alegre – RS); Gabriel Bondezan Botta (São Paulo – SP); Hassan Shahateet (São Paulo – SP); Laura Berbet Ferreira Albino (Belo Horizonte – MG); Luisa Puterman (São Paulo – SP); Santidio Pereira de Sousa (São Paulo – SP); Van Holanda (Fortaleza – CE), terão suas obras expostas no Instituto Tomie Ohtake.

“A projeção de um futuro transformador a jovens artistas é o diferencial desse projeto que, além de descobrir novos talentos, valoriza a diversidade e a criatividade brasileira”, diz Luis Carlos Gouveia, diretor do Instituto EDP.

Dos 237 inscritos, um aumento de 66% em relação à edição anterior, foram pré-selecionados 27 artistas por análise de portfólio. Após entrevistas individuais via skype, o júri definiu a lista dos 10 finalistas, que tiveram sua produção acompanhada pelo corpo de jurados até a abertura da exposição, que estará em cartaz do dia 10 de novembro a 04 de dezembro de 2016, no Instituto Tomie Ohtake. Esse acompanhamento diferencia o prêmio dos demais ao possibilitar um diálogo inédito entre reconhecidos profissionais do circuito da arte e os participantes.

Os jovens artistas plásticos que se inscreveram para esta edição são provenientes de 21 estados brasileiros: 131 de São Paulo; 32 do Rio de Janeiro; 15 de Minas Gerais; 10 do Distrito Federal; 6 da Bahia; 5 do Ceará; 5 do Espírito Santo; 5 de Pernambuco; 5 do Paraná; 5 do Rio Grande do Sul; 4 de Santa Catarina; 3 do Mato Grosso do Sul; 2 de Goiás; 2 da Paraíba; 1 do Amazonas; 1 do Mato Grosso; 1 do Piauí; 1 de Rondônia; 1 de Roraima; 1 de Sergipe e 1 de Tocantins.  

Compuseram o corpo de jurados as curadoras Beatriz Lemos, Fernanda Albuquerque, Galciani Neves e Julia Lima e os artistas plásticos Marcius Galan e Rodrigo Martins, vencedor da última edição do Prêmio Energias na Arte, em 2014. Os três vencedores, que serão anunciados na abertura da mostra, serão contemplados com bolsas para realizar uma residência artística no Brasil ou exterior. 

Sobre o 5º Prêmio Energias na Arte:

O 5º Prêmio Energias na Arte recebeu inscrições entre os dias 09 de março a 29 de abril de 2016. O diferencial desta edição foi a publicação do “Portfólio – ideias para pensar a organização e apresentação do trabalho de arte”, com sugestões para pensar a organização e apresentação de um trabalho de arte. Este material serviu como uma das fontes possíveis de consulta sobre o processo de montagem de portfólios.

Idealizado para estimular a produção artística contemporânea, o prêmio é voltado a jovens artistas de todo o Brasil, nascidos ou residentes no país há pelo menos dois anos, com idade entre 18 e 27 anos. A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como cursos, palestras, workshops em regiões brasileiras onde o acesso à arte contemporânea é mais restrito.

Na edição anterior, em 2014, os três premiados foram Rodrigo Martins (1º), Pedro Gallego (2º) e Bruno Rios (3º), além da menção honrosa ao artista Flavio Yoshida. O vencedor Rodrigo Martins ressalta o que o Prêmio EDP nas Artes proporcionou à sua carreia:

“Gostei muito de participar de uma exposição, principalmente no Instituto Tomie Ohtake, um lugar muito importante para o circuito e que dá visibilidade nacional. Além disso, tem a troca e o diálogo com outros colegas artistas. Também tive dois meses de residência internacional, em um contato íntimo com o meu trabalho, porque lá você fica isolado e com toda uma infraestrutura disponível para produzir e pensar sobre a sua obra. Há um grande respeito ao artista”.

Fonte: Assessoria



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