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10/11/2016

Sonae aposta em Portugal e no estrangeiro

Lucros do grupo de Paulo de Azevedo caíram nos primeiros nove meses do ano, mas os negócios au­mentaram e a dívida baixou

A Sonae, depois de um terceiro tri­mestre "muito bom, tem boas ex­pectativas, mas prudentes, face a alguma incerteza nos mercados [na sequência das eleições presi­denciais nos EUA], que não é ami­ga de projetos expansionistas" considerou Luís Filipe Reis, chief corporatecenterofficer (CCCO) da empresa.

Mesmo assim, "é expectável a abertura de mais 33 lojas Wells até ao final do ano, o que vai totalizar um número redondo de 200 lojas. Um sinal de que estamos confortá­veis na posição de liderança".

Nos mercados internacionais, "esperamos continuar a crescer e a um ritmo acelerado com as nossas marcas Zippy, Losan e Salsa, estas duas já bem implementadas no ex­terior, e a apostarem novas geogra­fias com sinais muito interessantes, como a Rússia e os EUA".

Sobre as contas do terceiro tri­mestre, Luís Reis destacou "o ambi­cioso programa de refinanciamen­to com o objetivo de reforçar a es­trutura de capital", que permitiu a redução da dívida para 1248 mi­lhões de euros, menos 4,9% face a setembro de 2015. "Neste momen­to encontram-se járefinanciados mais de 430 milhões de euros em li­nhas de longo prazo e 350 milhões de euros em linhas de curto prazo."

Por outro lado, "numa altura em que tanto se fala de investimento ou falta dele, a Sonae investiu este ano 293 milhões de euros, mais de um milhão por dia nos primeiros nove meses deste ano, e grande parte desse investimento foi feito em Portugal". Além disso, a empre­sa "criou 3000 postos de trabalho, sem contar com as aquisições da Salsa e da Losan".

A Sonae fechou as contas do ter­ceiro trimestre com lucros de 138 milhões de euros, menos 3, l % do que há um ano, em grande parte devido à menos-valia na venda das ações da NOS, enquanto o volume de negócios do grupo de Paulo de Azevedo cresceu 6,7%, totalizando 3882 milhões de euros.

"Em todas as áreas de negócio registamos crescimento. A Sonae Sierra inaugurou um centro co­mercial na Roménia e há anos que não o fazia, a NOS regista um cres­cimento muito acentuado, com rentabilidade que absorve os cus­tos com o futebol, e o retalho conti­nua a crescer, depois de dois anos estável."

Fonte: Portugal Global



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