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MUNDO

16/11/2016

Filme “São Jorge” representa Portugal no Festival Internacional de Cinema de Macau

O filme português "São Jorge" vai ser exibido no primeiro Festival Internacional de Cinema de Macau, entre 8 e 13 de dezembro, cujo cartaz reúne 50 filmes de mais de 20 países e regiões.

O filme português “São Jorge” vai ser exibido no primeiro Festival Internacional de Cinema de Macau, entre 08 e 13 de dezembro, cujo cartaz reúne 50 filmes de mais de 20 países e regiões, incluindo em estreia mundial ou asiática.

O filme “São Jorge”, do realizador Marco Martins, que valeu a Nuno Lopes o Prémio Especial de Melhor Ator atribuído pelo júri da secção “Orizzonti” do Festival Internacional de Cinema de Veneza, em setembro, é um dos 11 da categoria de competição do evento, segundo o programa anunciado esta segunda-feira em conferência de imprensa.

A exibição de “São Jorge”, que conta a história de um pugilista desempregado que se vê obrigado a trabalhar em cobranças de dívidas para sobreviver, marca a sua estreia na Ásia.

“Elon não acredita na morte”, do brasileiro Ricardo Alves Jr, que tem como protagonistas Rômulo Braga e Clara Choveaux, surge em estreia internacional, também na seção de competição, a par com “150 miligrams” (França); “Free Fire” (Reino Unido); Gurgaon (Índia); “Hide and Seek” (China); “Queen of Spades” (Rússia); “Sisterhood” (Macau); “Survival Family” (Japão); “The Winter” (Argentina) e “Trespass Against Us” (Reino Unido).

Os 11 filmes, a serem exibidos no Centro Cultural ou na Torre de Macau, vão disputar um total de nove prémios, incluindo o melhor filme, melhor realizador, melhor ator e/atriz ou melhor argumento, sendo o júri presidido pelo realizador e produtor indiano Shekhar Kapur.

“Polina”, filme francês realizado por Valérie Müller e Angelin Preljocaj, marca a abertura do Festival Internacional de Cinema de Macau.

Além da seção de competição, os filmes distribuem-se por outras categorias como “Gala”, “Dragões Escondidos”, “Crossfire” ou os “Melhores do Festival”.

O programa inclui, entre outras, a iniciativa “Crouching Tigers Project Lab”, com encontros, painéis e ‘workshops’ a terem lugar entre os dias 09 e 11 de dezembro, destinados a profissionais da sétima arte em busca de oportunidades de coprodução e cofinanciamento para os seus projetos cinematográficos.

Doze projetos, cada um representado por seu realizador e produtor, foram selecionados, estando divididos em três categorias (de género, de autor e de parceiros associados).

Entre as produções candidatas figuram duas de Portugal – “Peregrinação”, de João Botelho, e “San Ma Lo 270”, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata – e uma do Brasil (“Neon River”, de Karim Aïnouz).

Os 12 ficam ainda habilitados a três prémios monetários no valor de 20 mil dólares — atribuído pela Fox International Productions — e um outro, de 10 mil, concedido pela Ivanhoe Pictures e Huace Media.

O Festival Internacional de Cinema de Macau é organizado pela Direção dos Serviços de Turismo de Macau e pela Associação de Cultura e Produções de Filmes e Televisão de Macau (MFTPA).

Marco Müller, que esteve à frente de festivais de cinema como o de Veneza, Roma ou Locarno, foi escolhido no início do ano para dirigir o primeiro Festival Internacional de Cinema de Macau, mas na sexta-feira, a menos de um mês do evento, apresentou a sua demissão, com efeitos desde domingo, segundo anunciaram os organizadores, invocando divergência de opiniões.

O Festival Internacional de Cinema de Macau tem um orçamento de 55 milhões de patacas (6,1 milhões de euros), dos quais 20 milhões (2,2 milhões de euros) assegurados pela Direção dos Serviços de Turismo.

Fonte: Observador



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