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MUNDO

26/01/2017

Portugueses lideram descoberta de subsestruturas cerebrais

Uma equipa liderada por portugueses descobriu subestruturas cerebrais que podem ajudar as equipas médicas a melhorar os procedimentos neurocirúrgicos de estimulação cerebral profunda, para obter melhores resultados em doenças como a distonia ou a doença de Parkinson.

Os resultados acabam de ser publicados numa das revistas mais prestigiadas do mundo na área da neurociência: a NeuroImage.

Os investigadores portugueses chegaram a esta conclusão através do estudo de uma parte do cérebro chamada GPi (Globus Pallidus Internus), que se situa na zona central do cérebro e é composta por estruturas cerebrais que têm funções primárias.

O GPi é um dos alvos de uma técnica chamada DBS (Deep Brain Stimulation ou Estimulação Cerebral Profunda), que coloca elétrodos dentro da cabeça dos doentes, uma espécie de pacemaker cerebral, e ajuda a melhorar os sintomas, dependendo sempre do alvo a atingir, isto é, se estamos a falar da doença de Parkinson, distonia, entre outros.

Para chegar a estas conclusões a equipa de investigadores de Portugal e da Alemanha utilizou uma técnica chamada Diffusion Tensor Imaging, que é uma técnica de ressonância magnética que ajuda a perceber a densidade de conetividade entre estruturas cerebrais, permitindo assim mapear as fibras que ligam as diferentes estruturas do cérebro.

Fonte: http://www.portugalglobal.pt/PT/PortugalNews/Paginas/NewDetail.aspx?newId=%7bE964459E-D4C3-416B-9A13-616BB57A3E0C%7d



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