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NEGÓCIOS E ECONOMIA

01/06/2017

Portugal mantém 39.º lugar no ranking da competitividade mundial

Portugal mantém este ano a 39.º posição da tabela da competitividade mundial feita pelo IMD World Competitiveness Center, que contempla 63 países, revelou hoje a Porto Business School, que participa neste estudo.

A lista continua a ser liderada por Hong Kong, seguindo-se a Suíça, enquanto o último posto pertence à Venezuela.
 
"No que toca aos principais fatores analisados, Portugal sobe oito lugares em termos de eficiência governamental e uma posição no critério infraestruturas", realçou a Porto Business School, em comunicado, assinalando ainda que "Portugal mantém a sua posição quanto à eficiência nos negócios, mas desce três lugares na performance económica".

Segundo o estudo, a competitividade dos custos, a mão de obra qualificada, a qualidade das infraestruturas, a abertura e atitude positiva e o ambiente empresarial favorável aos negócios são os elementos-chave que mais pesam no que toca à atratividade da economia portuguesa.

Tal como Portugal, Espanha manteve-se estável no `ranking`, continuando a ocupar o 34.º lugar da tabela, como em 2016. Já o Reino Unido (19.º) e a Alemanha (13.º) desceram ambos uma posição.

Por seu turno, o Cazaquistão assinalou uma notável oscilação tendo subido do 47.º lugar para o 32.º.

Singapura (3.º) e Estados Unidos (4.º) trocaram de posição em relação ao ano anterior, sendo que os EUA ocupam a mais baixa posição dos últimos 5 anos. Já a China subiu sete lugares ficando em 18.º em 2017.

Pela primeira vez, o World Competitiveness Ranking avalia também a "competitividade digital", um relatório específico sobre a performance de competitividade digital de diferentes países, que assenta na análise de novos critérios de medição da capacidade dos países incorporarem e explorarem tecnologias digitais em prol da transformação e da gestão de práticas, de modelos de negócios e da sociedade em geral.

Neste `ranking`, Portugal ocupa o 33.º lugar, superando largamente países como Itália, Polónia, Hungria, Eslovénia, Croácia ou Grécia.

Os três últimos lugares do `ranking` pertencem ao Peru (62.º), Mongólia (61.º) e Ucrânia (60.º), que contrastam com os países que ocupam o pódio: Estados Unidos (3.º), Suécia (2.º) e Singapura (1.º).

Apesar de muitos dos 10 países que registam maior competitividade digital constarem nos primeiros lugares do `ranking` geral, foram apurados alguns casos excecionais, como o Luxemburgo, que assume o número 8 na lista global mas apenas o 20.º lugar na lista digital e a Finlândia, que é o 15.º na lista geral, mas o 4.º no `ranking` digital.

Publicado pelo IMD World Competitiveness Centre, na Suíça, desde 1989, este `ranking` avalia 260 indicadores em que dois terços correspondem a dados relativos a emprego e negócios e o restante refere-se a resultados apurados por inquéritos e estudos que analisam fatores como a corrupção, preocupações ambientais e qualidade de vida de cada país.

A Porto Business School vai organizar um debate em 09 de junho, aberto ao público e à comunicação social, para discutir em detalhe os resultados agora publicados e os desafios e caminhos futuros de Portugal.

Fonte: RTP



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