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19/03/2018

Raize contrata Haitong Bank e Uría para avançar com IPO [Haitong]

A Raize contratou o Haitong Bank e a Úria Menendéz para apoiar no processo de entrada em bolsa. O banco de investimento e a sociedade vão assim assegurar todo o processo legal e financeiro.

A Raize, a fintech portuguesa que gere a maior bolsa nacional de empréstimos a Pequenas e Médias Empresas (PME), anunciou a contratação do Haitong Bank e da Uría Menéndez -Proença de Carvalho para apoiar na colocação das ações em bolsa. Estão já em curso as diligências legais e financeiras necessárias com vista ao lançamento da operação no segundo ou terceiro trimestre.

Evolução do processo

A Raize contratou o Haitong Bank e a Uría Menéndez – Proença de Carvalho para apoiar no processo de entrada em bolsa. O banco de investimento e o escritório de advogados vão assim assegurar todo o processo legal e financeiro, que contará ainda com o envolvimento da PLMJ.

Fonte oficial da Uría confirmou ao ECO que é o escritório em Lisboa, Uría Menéndez-Proença de Carvalho, que está dentro desta operação.

"O processo está já a seguir os processos normais de diligência e análise que devem ficar concluídos durante o 2º trimestre. Nessa altura, estaremos na posição para avançar com o anúncio formal e subsequente colocação junto dos investidores. Temos mais de 19 mil investidores na bolsa e muitos já manifestaram interesse em participar na operação, o que é um excelente indicador de procura de mercado.”

José Maria Rego

Confundador da Raize

Segundo José Maria Rego, cofundador da Raize, “o processo está já a seguir os processos normais de diligência e análise que devem ficar concluídos durante o segundo trimestre. Nessa altura, estaremos na posição para avançar com o anúncio formal e subsequente colocação junto dos investidores. Temos mais de 19 mil investidores na bolsa e muitos já manifestaram interesse em participar na operação, o que é um excelente indicador de procura de mercado.”

Um dos principais objetivos da Raize com esta operação é alargar a base acionista, que além dos fundadores da empresa, conta com a participação de importantes investidores nacionais como a SIMUM SGPS, PARTAC SGPS e a Parinama SGPS, que estão ligadas às famílias Champalimaud e Salvador Caetano, e o investidor Luís Delgado, ex-dono da revista Time Out em Portugal, que deu origem ao projeto no mercado da Ribeira, e que recentemente adquiriu as revistas do grupo Impresa.

A colocação será feita num dos mercados da Euronext Lisbon: “Euronext Access” ou a “Euronext Growth”. A oferta será dirigida a investidores de retalho e institucionais. A oferta não carece de aprovação de prospeto por parte da CMVM, uma vez que o valor de oferta será inferior a cinco milhões de euros.

Um catalisador para a colocação de PME em mercado

O mercado de capitais em Portugal tem estado dormente nos últimos anos e a Raize será a primeira empresa desde dos CTT e da Luz Saúde a entrar em bolsa com uma oferta dirigida a investidores de retalho. Segundo José Maria Rego, na Raize “estamos motivados com o facto de podermos vir a ser um catalisador para a colocação de mais PME em mercado. O mercado português não está habituado a este género de operações e estamos convencidos de que depois da Raize mais empresas poderão seguir-se.”

"Esta é uma excelente oportunidade para reativarmos o mercado de “IPOs” em Portugal. Não há razão nenhuma para não haver mais empresas portuguesas cotadas na Bolsa. É preciso dinamizar novamente este mercado. A economia portuguesa só tem a ganhar, um mercado de capitais forte e dinâmico é essencial para o crescimento do país.”

Afonso Eça

Cofundador da Raize

Segundo Afonso Eça, cofundador da Raize, “esta é uma excelente oportunidade para reativarmos o mercado de “IPO’s” em Portugal. Não há razão nenhuma para não haver mais empresas portuguesas cotadas na Bolsa. É preciso dinamizar novamente este mercado. A economia portuguesa só tem a ganhar, um mercado de capitais forte e dinâmico é essencial para o crescimento do país”.

Um dos objetivos da Raize é criar a maior plataforma de investimento em Portugal, contando com mais de 19 mil investidores que já investiram em mais de 650 operações de mercado. Afonso Eça avança que “a Raize está a criar a maior plataforma de investimento em Portugal, capaz de investir de forma rápida e eficaz nas PME nacionais. Temos milhares de investidores de todo o país, de diferentes dimensões, mas todos com um objetivo comum: investir nas PME portuguesas”.

Fonte: ECO.pt

 



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