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NEGÓCIOS E ECONOMIA

12/04/2018

Marcelo defende diálogo e defesa dos direitos humanos em encontro com al-Sisi, no Egito [ Portugal]

O Presidente da República português defendeu num encontro com o seu homólogo egípcio, o diálogo para resolver os conflitos no Médio Oriente e o valor dos direitos humanos e da dignidade como “objetivo central” na política.

Numa declaração aos jornalistas, após um encontro com Abdel Fatah al-Sisi, no palácio presidencial, no Cairo, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou ter abordado a situação no Médio Oriente e citou António Guterres, secretário-geral da ONU, para dizer que é necessário diálogo para resolver o conflito na Síria.

Este diálogo é “a melhor maneira de trabalhar pela dignidade humana, que é o objetivo central de qualquer ação política e nos Direitos Humanos”, disse o chefe de Estado português, que iniciou na quarta-feira uma visita de Estado ao Egito, país alvo de críticas frequentes quanto aos direitos humanos.

Depois de ouvir um repetido agradecimento de al-Sisi à transição no país, após a fase conturbada das manifestações da Praça Tahir, Marcelo Rebelo de Sousa destacou “como a transição é importante para os direitos humanos, direitos económicos, sociais e políticos, para uma visão plural da sociedade”.

O Presidente da República sublinhou ainda a importância de os líderes dos países valorizarem “os direitos das mulheres” ou “a liberdade religiosa”, o “diálogo entre igrejas e religiões e diferentes ideologias e doutrinas”.

O chefe de Estado egípcio defendeu também o bom relacionamento entre os dois países e sublinhou a importância de um reforço das relações a todos os níveis, incluindo as económicas.

No final do encontro entre os presidentes português e egípcio foi assinado um acordo entre o Instituto Camões, a Universidade do Porto e a Universidade de Ain Shams, do Egito, com vista ao reforço do ensino do Português.

Foi igualmente assinado um memorando de cooperação entre a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) Global Parques e Porto de Sines com a Zona Económica do Canal do Suez.

Fonte: Lusa



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