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MUNDO

22/05/2018

Ministro da Cultura felicita representantes do cinema português no Festival de Cannes

O ministro da Cultura felicitou os representantes do cinema português que estiveram no Festival de Cinema de Cannes, em especial os cineastas João Salaviza e Gabriel Abrantes, premiados este ano.

O ministro da Cultura felicitou esta segunda-feira todos os representantes do cinema português que estiveram presentes no Festival de Cinema de Cannes, em especial os cineastas João Salaviza e Gabriel Abrantes, premiados na edição deste ano.

Numa nota enviada às redações, Luís Castro Mendes felicita particularmente João Salaviza, que mereceu o Prémio especial do Júri da secção competitiva Un Certain Regard, pela obra “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos”, e Gabriel Abrantes, vencedor do Grande Prémio Nespresso, atribuído pelo júri da La Semaine de La Critique, pelo filme “Diamantino”, correalizado com Daniel Schmidt. “O cinema português esteve fortemente representado no Festival de Cannes de 2018, com nove filmes presentes na seleção oficial e em programas paralelos”, sublinha Luís Castro Mendes, a propósito da 71.ª edição do Festival de Cannes, que terminou no sábado.

Além das obras “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos” e “Diamantino”, esteve também em competição a curta-metragem “Amor, Avenidas Novas”, de Duarte Coimbra.

A presença portuguesa foi ainda complementada com a participação no ACID TRIP#2 PORTUGAL, organizado com a colaboração da Associação Portuguesa de Realizadores, onde foram exibidos “Colo”, de Teresa Villaverde, “Verão Danado”, de Pedro Cabeleira, e “Terra Franca”, de Leonor Teles, recorda a nota.

O ministro da Cultura lembra igualmente que a obra “O Grande Circo Místico”, do brasileiro Carlos Diegues, com coprodução portuguesa, foi selecionado para as Exibições Especiais (Special Screenings) do Festival e que “O Homem que Matou D. Quixote”, de Terry Gilliam, também com coprodução portuguesa, foi escolhido pelos organizadores como filme de encerramento.

Na nota, o governante destaca ainda a exibição na secção Cannes Classics da obra de Paulo Rocha “A Ilha dos Amores”, “numa cópia recentemente restaurada pela Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, representando o regresso do filme ao Festival, 36 anos depois de ter tido a sua estreia” naquele certame.

“Esta forte representação do Cinema Português naquele que é considerado o mais importante festival de cinema do mundo reflete a elevada qualidade da produção e dos talentos nacionais”, sublinha Castro Mendes.

A 71.ª edição do festival de Cinema de Cannes decorreu entre 8 e 19 de maio.

Fonte: Observador



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