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04/06/2018

Mota-Engil ganha concurso para a reconversão do Matadouro [Mota-Engil]

Construtora portuense venceu o concurso lançado pela Câmara Municipal do Porto. Previsto um investimento de 40 milhões de euros no projeto.

A reconversão do antigo Matadouro Industrial de Campanhã vai ficar a cargo da Mota Engil, anunciou esta terça-feira a Câmara Municipal do Porto (CMP).

O concurso lançado pela autarquia teve três concorrentes, mas a proposta vencedora foi da Mota Engil “que se propõe cumprir todos os requisitos do anteprojeto apresentado pelo Município do Porto”, lê-se na capa do jornal municipal “Porto.” Que será distribuído a partir desta quarta-feira pelos munícipes.

A empresa vai investir 40 milhões de euros, segundo a autarquia, que agora assegura que o investimento será exclusivamente privado. Quanto ao início das obras, a indicação é que os trabalhos arrancam, possivelmente, ainda este ano. “Dentro de meses, começa a ser construído um Porto novo”, lê-se no artigo publicado pela autarquia.

A Mota Engil fica com a exploração do espaço pelo prazo de 30 anos. Findo esse prazo, o equipamento regressa à CMP.

Quanto ao projeto, a autarquia também revelou que ficará a cargo do arquiteto japonês Kengo Kuma, em parceria com os portugueses OODA. O arquiteto tem vários projetos de dimensão internacional, de que é exemplo o Estádio Nacional do Japão, onde vai decorrer a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

De acordo com a informação disponibilizada pela autarquia, confirma-se a construção de uma passagem pedonal por cima da VCI para ligar o Matadouro à estação do Metro do Estádio do Dragão, mas num formato bem mais arrojado do que o inicialmente apontado.

“Um dos elementos fundamentais do projeto é a rua pedonal coberta, que o atravessa de ponta a ponta, ligando a um jardim suspenso sobre a vci que dá acesso à Estação de Metro do Estádio do Dragão”, descreve o jornal da autarquia.

O projeto prevê ainda a conservação dos edifícios do antigo Matadouro, por agora muito degradados.

A autarquia ficará com a gestão de programação de alguns dos pavilhões, nomeadamente para iniciativas de caráter cultural e social. No futuro Matadouro vão também ficar o Museu da Indústria e empresas e projetos âncora para o futuro de Campanhã, a freguesia mais oriental do município do Porto.

Para esta zona da cidade estão, aliás, previstas infraestruturas de grande investimento e dimensão que prometem mudar “o paradigma de desenvolvimento da zona oriental” da cidade.

São elas a nova ponte à cota baixa recentemente anunciada pelos presidentes do Porto e de Vila Nova de Gaia, o Terminal Intermodal de Campanhã “que brevemente estará em construção”, segundo a autarquia, e o Matadouro.

Fonte: JornalismoPortoNet



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