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MUNDO

04/06/2018

Festival Artes à Vila estreia na Batalha e quer ser grande “em Portugal e na Europa”

O festival Artes à Vila leva à Batalha entre 29 de junho e 01 de julho concertos, caminhadas, ‘workshops’, exposições e ‘street food', estreando-se no Ano Europeu do Património Cultural com a ambição de se projetar em Portugal e internacionalmente.

Ao longo de três dias, um programa pensado para as famílias compreende um conjunto de experiências no cenário do Mosteiro da Batalha, Património da Humanidade da UNESCO.

"A nossa ambição é que esta primeira edição seja apenas o arranque de um grande festival em Portugal e de âmbito internacional nas próximas edições", disse à agência Lusa Eduardo Jordão, da organização, que é partilhada pelo Mosteiro da Batalha e associação Batalha pela Cultura, com a Câmara Municipal da Batalha e a produtora Seivabruta.

O festival Artes à Vila surge de "um encontro de ideias sobre a cultura e património da vila da Batalha", e tem como objetivo "realizar um evento cultural no património edificado, dentro e fora de portas, convidando as famílias a um fim de semana de partilhas e experiências culturais, num cenário único da Humanidade: o Mosteiro de Santa Maria da Vitória".

Segundo Eduardo Jordão, o festival é também "um convite à criação de novas formas e novos formatos de eventos culturais junto do património".

"Acreditamos que chegámos ao fim de uma era despreocupada culturalmente e, se nos mantivermos focados nesta parceria, e, claro, se for vontade da vila, estamos certos de que o festival Artes à Vila poderá vir a ser um grande festival em Portugal e na Europa", diz o organizador. A equipa, assume, está a trabalhar para realizar o festival "muitos mais anos".

Artes à Vila vai contar com concertos "únicos e inesquecíveis" de Guitolão, com António Eustáquio e Carlos Barretto, Isabel Silvestre e as vozes de Manhouce, Sete Lágrimas, Um Violino no Fado, da violinista Natália Juskiewicz, Kabeção, Desidério Lázaro, entre outros.

Os espetáculos terão lugar em espaços como as Capelas Imperfeitas, Claustro Real e zonas envolventes ao Mosteiro da Batalha, o terceiro monumento mais visitado em Portugal de entre os que estão sob a alçada da Direção-Geral do Património Cultural.

Esse dado faz Eduardo Jordão ter "uma enorme expectativa" quanto à participação do público.

"Queremos tirar partido do facto de ser um dos monumentos com maior atratividade turística em Portugal. O festival é de entrada livre e por isso aconselhamos os interessados a identificarem os concertos que gostariam de assistir e a estarem antes da hora de início, pois os espaços são de lotação limitada, como é o caso das Capelas Imperfeitas ou do Claustro Real".

Fonte: Sapo24



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