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NEGÓCIOS E ECONOMIA

01/08/2018

PMI industrial do Brasil sobe a 50,5 pontos em julho [Brasil]

O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial do Brasil subiu de 49,8 pontos em junho para 50,5 em julho, indicando uma melhora modesta nas condições dos negócios, segundo a IHS Markit.

Segundo a economista da instituição Pollyanna de Lima, a melhora do indicador mostra que o impacto da greve dos caminhoneiros sobre a atividade industrial teve curta duração. 

"Com a quantidade de novos pedidos retornando ao território de crescimento, as empresas aumentaram a produção, os empregos e a compra de insumos no início do terceiro trimestre", escreve a economista em relatório. Pollyanna pondera que os números, entretanto, não mostram uma recuperação considerável. "A recuperação foi apenas modesta, conforme indicado pelas expansões pequenas na quantidade de pedidos de fábrica, no volume de produção e nos níveis de emprego", escreveu a economista.

O relatório também destaca outros pontos negativos: as exportações diminuíram enquanto os desafios políticos e econômicos persistiram em julho. Além disso, o enfraquecimento da moeda, aliado aos níveis baixos de estoque dos fornecedores, contribuiu para o terceiro aumento mais acentuado de custos na história da pesquisa. 

De acordo com Pollyanna, as oportunidades recentes para exportação impulsionaram o sentimento positivo entre fabricantes em relação às perspectivas de crescimento. "Mas parece que aumentos acentuados nas cargas de custos afetaram a capacidade das empresas brasileiras de competir com os preços internacionais", escreveu.

Um destaque positivo no levantamento de julho foi o fato de o nível de postos de trabalho ter retornado ao território de crescimento, ainda que modestamente. Segundo os entrevistados, "a criação de empregos refletiu planos de expansão da capacidade operacional e projetos em fase de preparação". "Mesmo assim, a taxa de crescimento do número de funcionários foi, no geral, modesta e restringida por tentativas de redução de despesas em algumas fábricas", diz o relatório.

Fonte: EM



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