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19/09/2018

Como empresas brasileiras podem se beneficiar da cultura portuguesa nos negócios [Sonae Sierra Brasil]

 

Garantir que todos em uma empresa partilhem dos mesmos valores é uma preocupação recorrente no mundo dos negócios.

Quando a companhia tem acesso a crenças desenvolvidas em outros mercados, como é o caso da Sonae Sierra Brasil – empresa nacional, uma das principais proprietárias e operadoras de Shopping Centers do País e com sócios portugueses –, é possível ver quanto ganho se pode ter com esse conhecimento. Nesse contexto, entendemos que pode ser interessante para a Câmara Portuguesa em Revista uma pauta sobre a importância de as empresas enxergarem positivamente o intercâmbio de culturas, em específico, a portuguesa, e os ganhos que esse movimento traz para o crescimento e desenvolvimento dos negócios no mercado brasileiro.

No setor de Shoppings Centers, por exemplo, podemos afirmar que essa troca contribui para o alcance de bons resultados.  Em seu último balanço, divulgado em maio, a Sonae Sierra Brasil registrou crescimento de 14% no EBITDA no 1T de 2018, totalizando R$ 50 milhões. Esse é o maior valor na série histórica da empresa para o mesmo período e o número foi impulsionado por maiores receitas e menores custos e despesas. Os três primeiros meses de 2018 da Sonae Sierra Brasil mantiveram o ritmo do último trimestre de 2017 e o cenário macroeconômico mais estável proporcionou um forte trimestre para a empresa. Os shoppings da incorporadora tiveram vendas acima da média do setor, apresentando uma solidez de 4,8% nas vendas dos lojistas dos shoppings. Vale apontar que, segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), a expectativa para este ano é de contínuo crescimento. Estudo divulgado pela entidade também em maio revela que as vendas nos shopping centers brasileiros aumentaram 4,3% na comparação com o primeiro trimestre de 2017.

 

A empresa acredita que seu desenvolvimento está atrelado ao fato de sua cultura ter sido construída com base em uma visão global vinda de seus sócios internacionais e do respeito pela cultura brasileira, já que a companhia no País entende e vive o contexto em que estão seus negócios. Isso pode ser visto em diferentes frentes, como a aplicação de seu repertório global em soluções pensadas para cada negócio distribuído no País; a presença de executivos portugueses e brasileiros no board; a forte preocupação com o respeito arquitetônico que os projetos trazem, sempre atuando com temas relacionados às comunidades em que estão inseridos; o modelo de oferta de negócios – integrada ou modular – como uma experiência já conhecida do mercado português; habilidades de gestão e processos, entre outras.

Para comentar o assunto e aprofundá-lo sugerimos uma entrevista com José Baeta Tomás, CEO da Sonae Sierra Brasil, que poderá explorar todo esse cenário e compartilhar as experiências de quem já esteve também no mercado português.

Fonte: Assessoria

 



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