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26/09/2018

A nova era das relações de trabalho [Scharlack Advogados]

Não é novidade que a relação de trabalho mudou drasticamente nos últimos anos, quando deixamos de viver em um mundo dominado por fábricas para chegar à era da tecnologia e da informação. 

Com isso, é fácil perceber que o mercado de trabalho também mudou: em 2015 a geração millennials superou os baby boomers e a geração X para se tornar a maior geração na força de trabalho. 

Mas então como uma empresa, com tanta tecnologia e toda uma nova geração formando sua equipe, ainda obriga seus funcionários a estarem no ambiente de trabalho sempre no mesmo horário? 

Vendo as expectativas da nova geração e de um mercado de trabalho que se modernizou e se tornou ainda mais competitivo é que cada vez mais as empresas estão apostando em modelos de horários alternativos e garantem que o modelo menos rígido de horário aumenta os lucros e o engajamento da equipe. 

O modelo moderno deixa para trás o controle, a rigidez e a desigualdade entre chefe e empregado para dar lugar à confiança. Em um webinar promovido pela empresa Gympass, a diretora de Recursos Humanos da PwC, Erika Braga, afirmou: “Temos que ter uma relação de confiança com nossos profissionais, nossos talentos. Temos que ter qualidade, entrega, resultado. Se a pessoa trabalhou das 10h às 15h naquele dia e entregou o que estava combinado, tudo ok”. 

Importante destacar que o modelo não serve só para as grandes empresas: as empresas menores também podem ter seu próprio modelo de jornada menos rígido, inclusive, indo ao encontro das empresas que prezam pela inovação, como o Vale do Silício. 

O modelo que tem se mostrado mais eficaz à maioria das empresas é aquele que ainda valoriza a presença no escritório, mas com a possibilidade de trabalho remoto e horários alternativos. Nesse sentido, a Reforma Trabalhista veio ajudar a modernizar essa nova relação já que apresenta um novo formato de banco de horas e possibilita uma maior negociação entre as partes. 

A nova mentalidade das empresas não é uma surpresa, mas sim uma resposta às constantes modificações da própria sociedade, que também ficou conhecida como “mentalidade Netflix”: agora, quem escolhe o horário é o consumidor, ele não precisa mais estar disponível no horário do programa, determinado por uma emissora qualquer. A lógica está se invertendo e as empresas que não acompanharem o movimento poderão ficar para trás. 

Mas, afinal, quais benefícios que um modelo mais flexível pode trazer? Para as empresas, em uma análise rápida, é possível listar: 
• Ânimo dos empregados em trabalhar; 
• Senso maior de responsabilidade; 
• Redução do turn over, ganha-se na redução de custos com recrutamento, menor número de faltas e maior engajamento dos profissionais. 

Importante ter em mente que, apesar de ser um movimento global, é preciso ter cautela, responsabilidade e um suporte jurídico antes de sair promovendo mudanças na empresa, pois senão, o resultado poderá ser bem diferente do esperado. 

Fonte: Assessoria



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