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11/12/2018

Onde investir o seu décimo terceiro? 5 opções de investimento [Claritas]

O fim do ano se aproxima e a esperança de melhorar as finanças surge com o pagamento do décimo terceiro salário. No entanto, definir o que será feito com esse recurso não é uma missão tão simples.

Antes de gastar esse dinheiro, é preciso identificar qual será seu melhor destino. Pagar dívidas, guardar para o futuro ou fazer uma viagem? São várias as alternativas a considerar, e um bom planejamento financeiro pessoal é fundamental para evitar frustrações.

Neste post, ajudaremos a identificar quais opções de investimento tendem a ser as melhores para os seus objetivos ao investir o décimo terceiro salário. Acompanhe!

O QUE CONSIDERAR AO INVESTIR O DÉCIMO TERCEIRO?

Embora seja, muitas vezes, encarado como um dinheiro extra, o décimo terceiro faz parte do salário e é importante usá-lo de forma adequada. Esse valor é recebido em um momento muito importante para as finanças pessoais.

Nesse período vivenciamos as festas de fim de ano, que tendem a gerar gastos com presentes e compras. Um pouco mais adiante, virão cobranças como IPTU e IPVA, a necessidade de arcar com matrículas e comprar material escolar, por exemplo.

O pagamento de dívidas deve ser prioridade para que as finanças pessoais não sejam comprometidas. Com esse recurso em mãos, pode ser considerada ainda a necessidade de fazer uma reserva de emergência. O 13º, ou parte dele, será uma renda extra somente se houver um bom planejamento durante todo o ano.

Caso todas as contas estejam em dia, podemos considerar quais serão os planos para esse recurso. É importante discernir se os objetivos envolvem metas de curto, médio ou longo prazo. Esse é o ponto de partida para definir como investir o décimo terceiro salário.

COMO INVESTIR O DÉCIMO TERCEIRO?

Uma vez estabelecidos os planos para o 13º, há dois caminhos a serem percorridos. Se você pretende usar esse dinheiro em um curto prazo, é recomendável adequar esse recurso a investimentos mais conservadores e com maior liquidez. Dessa forma, o investidor evita ter prejuízos ou ser impactado negativamente pela volatilidade.

Já a outra opção é usar o recurso recebido para opções de médio ou longo prazo, como planejar a sua aposentadoria, criar uma reserva de segurança ou até mesmo investir pensando em algum objetivo futuro, como nos estudos de seus filhos. Para isso, é muito importante ter a composição de uma carteira diversificada, de acordo com o seu perfil, e diluir os riscos com os investimentos nas diversas classes de ativos existentes. Antes de realizar um aporte, o indicado é que o investidor estude as modalidades de investimento disponíveis e se informe a respeito de seu funcionamento, para avaliar quais opções são mais eficientes e que vão de encontro com suas metas, prazo e perfil.

QUAIS SÃO AS MELHORES OPÇÕES PARA INVESTIR O 13º?

Após a definição de objetivos de curto, médio ou longo prazo, é possível identificar as melhores alternativas no mercado financeiro para ampliar o seu patrimônio. Conheça algumas delas.

1. TESOURO DIRETO

Ao adquirir um título do Tesouro Direto, o investidor compra um pedaço da dívida pública do país. Com a garantia do próprio Tesouro Nacional, essa é a alternativa mais conservadora do mercado financeiro brasileiro e deve ser considerada por quem busca segurança nos investimentos.

Para investimentos de curto prazo, os títulos LFT, indexados à taxa Selic, são mais interessantes por não terem volatilidade. Já o os títulos NTN e LTN, indexados à inflação e prefixados, respectivamente, são mais atrativos para investimentos de longo prazo, por terem uma volatilidade diária.

A aquisição dos títulos públicos pode ser feita por meio de bancos, corretoras, ou até mesmo diretamente no site do Tesouro Direto.

2. CDB

Uma das opções de renda fixa mais conhecidas, é o Certificado de Depósito Bancário (CDB). Esse título é emitido pelos bancos para viabilizar suas operações comerciais, como empréstimos ou cheque especial. Ou seja, ao comprar um CDB você emprestará dinheiro ao banco e, em troca, receberá rendimento de juros (pré ou pós-fixados) no prazo determinado no dia da aplicação.

CDBs podem apresentar prazo de carência para o resgate e têm cobrança de Imposto de Renda, conforme tabela regressiva de IR. Além disso, como qualquer outra aplicação em renda fixa, quanto mais longo o prazo, maior o rendimento.

3. LCI E LCA

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são títulos de renda fixa bem parecidos com os CDB´s. Também são investimentos emitidos por bancos, mas estes possuem um destino especifico para o crédito que é captado com esses títulos, sendo LCI Imobiliário e LCA para o Agronegócio.

Suas taxas podem ser pré, pós-fixadas ou em alguns casos, até indexada ao IPCA (inflação). Além disso, também são protegidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Diferente do CDB, esses títulos são isentos de Imposto de Renda para pessoa física, sendo um ótimo benefício para o investidor. Mas lembre-se: é muito importante comparar a rentabilidade líquida entre os CBD´s e LCA/LCI, pois normalmente as taxas dos CDB´s são superiores, mas quando descontado o IR, as taxas das LCAs/LCIs podem ser mais atrativas. Isso acontece normalmente no curto prazo, quando a alíquota de IR é mais alta.

4. FUNDOS DE INVESTIMENTOS

Os fundos de investimento são uma ótima maneira de diversificar suas aplicações porque ao adquirir a cota de um fundo de investimento o investidor já está automaticamente diversificando seu investimento uma vez que os fundos possuem em sua carteira, dependendo de sua classificação, ativos de diferentes tipos. Isso significa que o gestor do fundo faz todo o papel da diversificação para você.

Cada fundo possui um limite e escopo de alocação, por exemplo, existem fundos de renda fixa, ações, multimercado entre outros. Ler o material de divulgação do fundo e entender se o objetivo condiz com suas expectativas (metas e prazos) é muito importante. Também não esqueça de analisar as taxas aplicadas, com a de administração e performance (apesar da rentabilidade ser diluída dessas taxas). Alguns fundos também têm incidência de Imposto de Renda, sendo pagos por meio do come-cotas, que ocorre duas vezes ao ano.

Para saber mais sobres alguns dos fundos de investimento que a Claritas disponibiliza, clique aqui.

5. PREVIDÊNCIA PRIVADA

Outra opção a ser considerada para investir o dinheiro recebido no 13º são os fundos de previdência privada. Nesse caso, é necessário observar qual plano será contratado. Há duas opções: VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) ou PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres).

Para considerar a possibilidade de realizar aportes esporádicos, ampliando o valor a ser resgatado no futuro, o ideal é um plano VGBL. Isso porque, no momento de resgate ou do início do recebimento da renda, haverá incidência de Imposto de Renda apenas sobre os rendimentos da aplicação. Ou seja, não será cobrado IR sobre as contribuições realizadas no período.

O VGBL é a melhor alternativa de plano de previdência privada para pessoas que optam pela declaração do Imposto de Renda pelo modelo simplificado. Caso a escolha seja pelo modelo completo de declaração, é recomendável adotar um plano PGBL, pois aplicações feitas nesse modelo podem ser deduzidas da renda bruta tributável da declaração do IR do respectivo exercício, com limite de 12% sobre sua renda bruta anual.

Caso não esteja seguro sobre qual é a melhor alternativa para suas ambições ao investir o décimo terceiro, o melhor caminho é contar com ajuda de um assessor de investimentos. Assim, profissionais especializados em analisar o mercado financeiro poderão indicar a melhor alternativa para o seu perfil.

Quer ter a certeza de qual é o melhor investimento para os seus objetivos? Entre em contato com a Claritas, uma gestora com experiência de 20 anos de atuação!

 

Fonte: Assessoria



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