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09/01/2019

A Gestão de Projetos em 2019 [Síntese Consultoria]

Luís César de Moura Menezes, MSc, PMP

2019 pode ser considerado um ano de esperança. Esperança não no sentido lúdico mas sim com o significado de “esperar”, “gerar resultados”, “atingir”.

Durante os anos anteriores vivemos verdadeiras montanhas russas na nossa economia. Momentos de renovação e de muita decepção por tudo o que ocorria no cenário macroeconômico.  Tivemos períodos de crescimento localizado, momentos de muita contenção e, outros até, de euforia pelos resultados alcançados.

2019 reúne um conjunto de fatores que tendem a favorecer o desenvolvimento socioeconômico no Brasil. Os recursos, entretanto, estão mais seletivos e são muito mais regrados, para sua aplicação, do que o foram anteriormente. Deve, entretanto, ser um ano melhor do que os 5 ou 6 anos anteriores.

A gestão de projetos deve vir fortalecida como ferramenta, como instrumento de intervenção na gestão das empresas. Enquanto a gestão de processos (e seus indicadores de desempenho) garantem melhores condições e correções salutares na operação das organizações, seja na geração de serviços ou na fabricação de produtos, a gestão de projetos tem um outro papel. Esse papel é o de garantir a renovação nas organizações, a inovação tanto no âmbito tecnológico quanto organizacional.

Os modelos capitaneados por empresas de primeiro mundo e que buscam as melhores condições para que a indústria 4.0 seja uma realidade, já se refletem na atividade agrícola através do que está sendo conhecido como Agricultura 4.0. São apenas “modelos” mas que, num mercado competitivo, devem ser observados e, quando possível, analisados e implementados no que tem de melhor em seu desenho.

Existem inúmeras organizações buscando uma especialização em métodos ágeis como fonte para o novo. Os resultados são, em alguns casos positivos, em outros, nem tanto. Os métodos híbridos para a gestão de projetos surgem, então, como um mecanismo mais seguro e que garante a obtenção de resultados que sejam desejados pela organização.

Um dos grandes méritos da aplicação da gestão de projetos, já observado em inúmeras situações e indústrias, está no desenvolvimento de habilidades técnicas (hard skills).  Estas habilidades de gestão orientam, tecnicamente, como fazer as entregas e garantir que o escopo, os prazos, orçamentos e qualidade sejam atendidos. Outros ativos de um projeto (e da organização) podem, entretanto, ser melhor administrados com o desenvolvimento de habilidades comportamentais (soft skills). Elas permitem que as comunicações sejam mais fluídas e transparentes, fortalecem o entendimento de necessidades e atendimento de expectativas de stakeholders estratégicos ao projeto, facilitam a gestão de mudanças e a gestão de riscos, que podem dificultar que os resultados previstos sejam atingidos.

As habilidades técnicas nos trazem melhores estimativas de prazos e de custos, facilitam a identificação de riscos, as entregas e avaliação da qualidade. Já as habilidades comportamentais facilitam a liderança nos projetos, o relacionamento interpessoal, a comunicação e a solução de conflitos, elementos que, nem sempre, são trabalhados nem considerados pelos gestores de projeto.

Assim, a expectativa de termos mais e melhores aplicações na gestão dos projetos amplifica o potencial de crescimento nestes dois âmbitos: soft e hard skills. O resultado é certeiro, maior produtividade do capital investido, maior satisfação e retenção dos profissionais de valor a empresa.

Que você tenha um 2019 frutuoso! Que as suas aplicações na gestão de projetos promovam uma colheita espetacular em seus resultados.

Fonte: Síntese Consultoria



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