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06/02/2019

Fundos Imobiliários são boas opções de investimento? Veja aqui! [Claritas Investimentos]

Uma das modalidades de investimento muito conhecida pelos brasileiros, assim como a caderneta de poupança, é o setor imobiliário. Aplicar o seu dinheiro nesse tipo de investimento é uma boa opção, pois trata-se de uma aplicação segura. Contudo, apresenta baixa liquidez, o que é um ponto negativo.

Dessa forma, como não é simples vender ou comprar um imóvel a qualquer momento, desde 2007, com a facilidade das negociações, os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) ganharam força e conquistaram as pessoas físicas que desejavam investir.

Os fundos imobiliários são, portanto, uma boa alternativa para quem deseja viver de renda. Para entender o que são, como funcionam e porque os fundos imobiliários podem ser um bom investimento, acompanhe nosso conteúdo a seguir.

O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM OS FUNDOS IMOBILIÁRIOS?

Os fundos imobiliários consistem em um tipo de aplicação em que o investidor pode adquirir cotas de fundos que possuem empreendimentos imobiliários dos mais diversos tipos, como edifícios comerciais, conjunto de imóveis, shoppings centers, lajes corporativas, galpões logísticos e até educacional (faculdades e escolas).

Geralmente, os responsáveis pelos fundos imobiliários são bancos gestoras que têm um braço especializado em ativos de infraestrutura. Eles buscam cotistas para realizar esses projetos. A(s) propriedade(s) pertencem ao fundo e o administrador/gestor, tem autonomia para gerir essas propriedades. Um fundo pode ser proprietário de um único prédio, de um único de imóvel ou até mesmo de vários.

COMO COMEÇAR A INVESTIR EM FUNDOS IMOBILIÁRIOS?

Se você tem interesse em começar a investir em fundos imobiliários, é importante entender que eles são indicados para quem quer investir no mercado imobiliário, mas não tem tempo ou não deseja lidar com a burocracia de procurar alguém pra ser o locatário ou buscar assistência.

Vale lembrar ainda que o FII se dá em forma de condomínio fechado. Dessa maneira, não é permitido que o investidor resgate as cotas antes de ocorrer o prazo de duração do fundo. Só é possível fazer o desinvestimento com a venda das cotas no mercado secundário.

VACÂNCIA

Importante que a vacância do imóvel seja considerada, pois caso haja vacância no imóvel os cotistas devem arcar com as despesas de condomínio, IPTU, manutenção, etc.

PRAZO DE DURAÇÃO

A maioria dos FIIs têm prazo de duração indeterminado, não sendo estabelecida uma data para a liquidação. Assim, se o investidor decidir sair do investimento, só será permitido após a venda das cotas para o mercado secundário.

QUAIS AS VANTAGENS E OS RISCOS DESSE TIPO DE INVESTIMENTO?

fundo imobiliário é parecido com uma ação, já que é possível ocorrer a desvalorização da cota. Portanto, o investidor recebe os dividendos, que nesse caso são rendimentos, também isentos, e essa cota é negociada no mercado diariamente.

Assim, pode haver a valorização da cota e, caso isso aconteça, o investidor passa a ter uma rentabilidade — ao vender sua cota mais cara, ele também receberá pela valorização de suas cotas.

Por outro lado, o investidor pode ter um imóvel que ficará com vacância. Se ele não contar com alguns contratos e tiver que arcar com os custos, essa cota poderá desvalorizar, ocasionando uma perda.

Por consequência do risco da cota perder valor em função da vacância dos imóveis e dos custos de manutenção, os fundos imobiliários são mais indicados para investidores que possuem perfil não muito conservador.

Vale destacar a semelhança entre investir em um FII e o paralelo com a compra de um imóvel. A diferença é que no fundo imobiliário você tem uma marcação justa de mercado. Daí a importância da educação financeira, pois ao comparar um imóvel o risco de é muito maior dados os riscos relativos à sua manutenção e gerenciamento do aluguel. Mesmo assim, os investidores mais conservadores acham que adquirir um imóvel é mais seguro — o que claramente não é.

Para se tomar uma decisão entre entrar num fundo de Investimento Imobiliário e comprar imóveis próprios, o investidor deverá considerar que ao participar de um fundo imobiliário, a administração, burocracia, esforço para locar, administração dos valores, análise de investimentos, todas estas tarefas são gerenciadas pelo gestor do fundo ou administrador. Por outro lado, ao comprar um imóvel próprio, o investidor deverá cuidar de tudo isso.

QUAIS CUIDADOS TOMAR AO ESCOLHER O FUNDO IMOBILIÁRIO?

É necessário tomar alguns cuidados antes de escolher o fundo imobiliário. Quando o investidor compra uma cota do fundo imobiliário, ele se torna um dos donos do empreendimento, passando a ser sócio, literalmente. Por isso, é preciso ficar atento à algumas questões:

ÍNDICE DE VACÂNCIA

É importante avaliar qual é o índice de vacância do fundo e qual o prazo dos contratos de locação.

TIPO DE IMÓVEL

Ao investir em fundos imobiliários, é preciso confirmar ainda se esse fundo é proprietário de um único imóvel ou vários. Por segurança, é importante dar preferência quando for mais de um, ainda que os fundos únicos possam também ser bem estruturados.

Caso o investidor seja pessoa física, o ideal é investir em fundos com vários imóveis, o que diminui o risco.

DIVERSIFICAÇÃO DO FUNDO

É também preciso conferir o setor que esse fundo imobiliário aloca, para que o investidor diversifique seus investimentos, diminuindo assim seu risco. É um fundo de diversificado? Existem os fundos compostos por mais de um tipo de imóvel ou até mesmo por diversos papéis diferentes.

Então, é preciso entender também em qual setor você está investindo. Da mesma maneira que quando se vai comprar um imóvel é preciso ver a localidade e se a região está crescendo ou deteriorando. É importante também conhecer a composição do fundo.

TAXA

O investidor tem de saber o quanto está pagando, se o fundo tem uma taxa atrativa ou não. São cálculos simples para saber o preço que se paga ao mês pela ação. Assim, o investidor consegue ter uma noção, se está recebendo 0,5% ao mês, 1% ao mês, 0,1% ao mês e ainda qual é a remuneração desse ativo.

TRIBUTAÇÃO

Nos fundos imobiliários, os rendimentos são isentos de tributação, mas o investidor tem de pagar os tributos em caso de um eventual ganho de capital. Se o investidor comprar hoje uma cota de R$ 100 e amanhã ela estiver custando R$ 200, ele irá pagar 15% de Imposto de Renda, a menos que negocie até os R$ 20 mil por mês.

Daí o cuidado de identificar qual é o ativo do fundo. O recomendado é não ter todos os ativos de um único fundo, mas diversificar — ter fundos de shopping, um pouco de logística, etc. — pois assim, enquanto um setor pode ser fortemente impactado, o outro não será tanto.

E então? O que achou das dicas desse conteúdo? Compartilhe nas redes sociais — estamos no Facebook Linked In — com amigos que também tenham interesse nesse tipo de investimento.

Fonte: Claritas Investimentos



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