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MUNDO

10/04/2019

Salão do Imobiliário Português em Paris com mais de 200 expositores

Na 8ª edição deste salão português na Europa, entre 17 e 19 de maio, uma das principais apostas é a captação de talentos internacionais, perspetivando Portugal como o ‘hub’ da mobilidade internacional de altos quadros.

O Salão do Imobiliário Português e do Turismo em Paris vai ter um pavilhão com 5.000 metros quadrados, que vai contar com cerca de 200 expositores, um ciclo de 40 conferências sobre imobiliário e turismo e onde são esperados 17.000 visitantes a quem vão ser apresentadas oportunidades para residir, investir, empreender, trabalhar e/ou visitar Portugal.

«Queremos promover a captação de talentos internacionais para Portugal que podem cooperar com os talentos portugueses. Queremos trabalhar o lugar de Portugal na mobilidade internacional dos altos quadros, desde profissionais liberais, a ‘startupers’, criativos e 'digital nomads'», destacou o diretor do Salão, Ricardo Simões.

Marc Laufer comprou o salão no final do ano passado tendo “abraçado o projeto com convicção e profundo conhecimento de causa” depois de ter sido um dos milhares de visitantes do Salão do Imobiliário e do Turismo Português e de também se ter deixado “seduzir” por Portugal, para onde se mudou em 2017.

«Portugal é um refúgio de paz, estamos em segurança, tem bom tempo, sentimo-nos bem, comemos muito melhor do que aquilo que se julgava outrora, as pessoas são simpáticas, somos bem recebidos. O país está de braços abertos e o turismo é um dos elementos importantes para o seu futuro. O imobiliário, dado o seu valor e simplicidade […] é uma atração em termos de investimento», disse o empresário à RTP, a propósito da sua “paixão” pelo país.

Quando confrontado com o aumento dos preços e a falta de imobiliário, Marc Laufer realça que, no momento atual «talvez ainda não haja, mas penso que se vai desenvolver, pode haver muitas ideias e há imenso por fazer. O país é formidável. Os preços aumentaram, mas ainda bem para o país, porque traz mais impostos para o cofre do Estado. E é melhor para os comerciantes e para os portugueses, porque gera empregos».

Relativamente a planos futuros para o certame, Marc já tem previsões: «Talvez duplicar o salão que atualmente só existe em França, para outros países, é essa a minha ideia. Se conseguimos incentivar investidores franceses a virem a Portugal, porque é que amanhã não poderemos incentivar suecos, alemães, austríacos, chineses ou brasileiros? Para continuarem a investir no vosso país que, para mim, tem o futuro pela frente», concluiu.

Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa e a Fundação AIP continuam a ser parceiros do evento que conta, ainda, com o apoio das delegações de Paris da AICEP e do Turismo de Portugal.

Fonte: Revista de Portugal e das Comunidades



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