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NEGÓCIOS E ECONOMIA

20/08/2019

Economia cresce 1,8% [Portugal]

O Produto Interno Bruto (PIB) português aumentou 1,8% no segundo trimestre deste ano em termos homólogos e progrediu 0,5% em cadeia, mantendo o ritmo do trimestre anterior.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em termos homólogos, "o contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu, refletindo a desaceleração das despesas de consumo final e, em larga medida, do investimento".

"Em sentido contrário, o contributo da procura externa líquida foi menos negativo que o observado no trimestre anterior, em resultado da maior desaceleração das importações de bens e serviços que a observada nas exportações de bens e serviços", acrescenta.

Relativamente à evolução de 0,5% em cadeia, taxa idêntica à do trimestre anterior, o INE explica que "o contributo da procura interna para a variação em cadeia do PIB foi negativo, após ter sido positivo no primeiro trimestre", enquanto "o contributo da procura externa líquida foi positivo, depois de ter sido negativo no trimestre precedente".

Três analistas consultados pela agência Lusa antecipavam um crescimento homólogo médio da economia portuguesa de 1,7% no segundo trimestre, com estimativas entre 1,6% e 1,8%, prevendo dois um aumento de 0,5% em cadeia.

Segundo o INE, esta estimativa rápida incorpora revisões na informação de base utilizada anteriormente, nomeadamente no que se refere ao comércio internacional de bens e aos indicadores de curto prazo, que não implicaram revisões nas taxas de variação homóloga e em cadeia do PIB em volume.

Os resultados definitivos das contas nacionais trimestrais do segundo trimestre serão divulgados em 30 de agosto.

No primeiro trimestre deste ano, o PIB português aumentou 1,8% em termos homólogos, acima dos 1,7% do trimestre anterior, e 0,5% em cadeia, impulsionado pela procura interna.

O Governo espera que a economia cresça 1,9% no conjunto de 2019, acima dos 1,7% previstos pela Comissão Europeia, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco de Portugal e também acima dos 1,6% antecipados pelo Conselho das Finanças Públicas.

Fonte: Jornal de Notícias



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