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17/09/2019

Gestão com sentimento: é possível? [Mult-e Engenharia Digital]

Em um trecho da carta de Albert Einstein para sua filha Lieserl, o gênio escreve: “…Amor é potência, pois multiplica (potência) o melhor que temos, permitindo assim que a humanidade não se extinga em seu egoísmo cego. O Amor revela e desvela. Por amor, vivemos e morremos. O Amor é Deus e Deus é Amor. Esta força tudo explica e dá SENTIDO à vida. Esta é a variável que temos ignorado por muito tempo, talvez porque o amor provoca medo, sendo o único poder no universo que o homem ainda não aprendeu a dirigir a seu favor. Para dar visibilidade ao amor, eu fiz  substituição simples na minha equação mais famosa. Se em vez de E = mc², aceitarmos que a energia para curar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado (energia de cura = amor x velocidade da luz ²), chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limites…”.

Uma mente brilhante, falando de um sentimento tão subjetivo e complexo. Trazendo para nossa atualidade: como uma liderança deseja ser “feliz”?

As equipes estão preocupadas com as entregas das demandas, lidando com toda a pressão e urgências rotineiras que envolvem o mercado… fica uma dúvida: será que é feito algo por essas pessoas? Será que existe respeito e amor por esse grupo? Observando, friamente, a resposta é não. Hoje em dia, cada vez mais, esses “líderes” tem se preocupado apenas com seu próprio umbigo.

Não compreendo, pois ninguém realiza nada sozinho nesse mundo corporativo. Quem pensa ser “o cara”, centralizando as soluções, não passa de uma pessoa que está enganando a si mesmo além de carregar a carga de uma pessoa egocêntrica. O egocentrismo é um problema emocional, e é reversível. O enganador é pior. Ele vende a imagem de que é a pessoa que resolve tudo, quando na verdade, pode acabar com a reputação da empresa. Não sente amor por nada. Não se preocupa com o coletivo. Não enxerga o macro.

Não tem jeito, eu acredito que tudo o que fazemos tem que haver sentimento. Precisamos ser positivos. O respeito e o bendito amor, são imprescindíveis em nossa vida, caso contrário, é melhor deixar um robô na cadeira e ficar vendo TV. Cá entre nós, esse robô será uma droga.

Logo após a conclusão deste texto, apareceu o artigo abaixo, que corrobora com minha visão:

https://mobile.valor.com.br/carreira/6178571/com-robos-gestores-vao-olhar-mais-para-relacoes

 

Por Alexandre Winkel dos Santos

Fonte: Mult-e Engenharia Digital



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