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07/01/2020

O desalento da América Latina [MSL Andreoli]

Desalento não é uma palavra nova. Mas nunca antes serviu para traduzir tão perfeitamente o sentimento da sociedade na América Latina nos dias atuais. Há anos com taxas de crescimento medíocres, as perspectivas para os próximos anos não indicam melhoras. Os números falam por si só: o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Cepal (Comissão Econômica para a América Latina) previram, em julho último, um crescimento de 0,5% em 2019 e estimam 1,4% em 2020. Parecem ter sido previsões otimistas.

A região está mais débil em sua capacidade para suportar choques externos do que há alguns anos. Hoje, déficits fiscais mais comprometedores, déficits em conta corrente mais elevados e os mercados internacionais apresentam sinais claros de instabilidade.

As políticas anticomerciais promovidas por Trump geram insegurança. O governo norte-americano ameaçou sair do NAFTA e impôs várias políticas restritivas, como as recentes tarifas sobre o aço entre outras. A guerra comercial EUA-China
continua sem solução. Os investidores aguardam sinais claros de recuperação e sua cautela pode ser atribuída à instabilidade jurídica, à efetividade dos processos anticorrupção, aos desmandos populistas e, agora mais do que antes, aos movimentos de massa que ocupam as ruas das principais cidades toda vez que alguns centavos são acrescidos às tarifas dos serviços públicos.

A instabilidade social e as convulsões da massa desalentada constituem um componente a mais nas análises. Trata-se de um fator novo e sobre o qual a matemática não tem conseguido explicar e dar uma ideia do que virá no dia seguinte.

Ao que parece, o celular é o grande inimigo: ele consegue catalisar o desalento e agendar o próximo encontro na praça. O celular substituiu o pendulo político que oscilava entre a esquerda e a direita por um ressentimento real e generalizado da sociedade contra tudo e contra todos, capaz de mobilizar manifestações em Santiago, Bogotá, Quito, mas também em Hong Kong, Paris e Iraque.

Economias latino-americanas emblemáticas como a brasileira e a mexicana representam papel fundamental na performance da região. No Brasil o esforço nas reformas estruturais conquistadas representa efetivamente avanços significativos e perspectivas melhores. Mas o medo do celular poderá inibir novas mudanças no próximo ano, o qual, infelizmente, será um ano eleitoral que elegerá mais de 5.500 prefeitos em todo o País.

O receio do Brasil de importar os movimentos sociais registrados na região certamente poderá inibir as promissoras iniciativas de adequar o tamanho do Estado brasileiro às dimensões da sua capacidade de pagar o funcionalismo, a previdência e ainda ter caixa para investir. Se desconsiderarmos as inadequadas e inapropriadas besteiras expressas pelo presidente Jair Bolsonaro, a sua equipe econômica nos faz crer que há chances reais de avanços na economia para 2020 e para os próximos anos – ainda que com taxas de crescimento pequenas, mas consistentes.

O Brasil, com seus quase 210 milhões de habitantes, sempre foi difícil de explicar. Vive hoje também alguns paradoxos. A Bolsa de Valores atinge índices recordes. O real está enfraquecido diante do dólar, chegando a patamares nunca antes registrados. Ao mesmo tempo, o risco Brasil está com 121 pontos – o mais baixo desde 2012 quando chegou a 500.

Como analisou recentemente o jornalista William Waack, em artigo publicado no centenário jornal O Estado de S. Paulo, os investidores atribuem aos paradoxos o fato de a dívida externa brasileira ter chegado próximo aos 80% do PIB, mesmo com a reforma da previdência. As contas públicas não estão bem e a crise na Argentina explica a piora no saldo comercial. O Brasil é bastante dependente da Argentina nos seus números de exportação.

Do lado da subjetividade, atribui-se também à incerteza o baixo crescimento do Brasil. Um estudo feito há anos pela prestigiada Fundação Getúlio Vargas mostra que quanto maior incerteza, menor o crescimento do PIB. O índice de incerteza medido neste ano é o maior dos últimos 10. Dentre os jargões sobre o Brasil há um que pode ser visto como otimista: “No Brasil, tudo é possível”. Talvez crescer um pouquinho e surpreender o mundo possa ser possível nos próximos anos se o presidente Bolsonaro decidir ficar um pouco calado e parar de agraciar o mundo com suas frases chocantes.

 

México

Mas o dom da palavra não é mérito apenas de Bolsonaro em nome da extrema direita no Brasil. A esquerda no México, representada pelo presidente Lopéz Obrador, é seu forte competidor na prática de criar conflitos. A sociedade civil nestes dois países, curiosamente, está dividida entre aqueles que amam e os que odeiam. As estimativas de crescimento divulgadas há algumas semanas previam um crescimento de 1,4% do PIB para o próximo ano e, há alguns dias, instituições financeiras internacionais ajustaram este índice para 0,8%.

Uma economia estabilizada é esperada para o próximo ano com base numa prudente política fiscal que limita o crédito. A inflação está contida. O orçamento para 2020 acrescenta 4,6% a mais para os gastos públicos e prevê cerca de 4,8% a mais para investimentos produtivos.

Para as empresas multinacionais que investem no México, a recente decisão do governo Trump de classificar como terroristas os cartéis mexicanos poderá implicar em grandes investimentos nas suas políticas e controles de compliance e até mesmo no cancelamento dos seus negócios com aquele País. As implicações e as consequências de qualquer tipo de envolvimento com os cartéis devem afugentar grandes empresas diante do risco.

Na verdade, o alcance e a abrangência do que viriam a ser organizações terroristas estrangeiras (FTO’s, na designação norte-americana) deixam as empresas multinacionais extremamente vulneráveis. Se fazem, por exemplo, negócios como uma empresa mexicana de porte médio e for comprovado que esta empresa, na sua linha produtiva, compra produtos ou tem relações com um membro de um cartel, as consequências serão imprevisíveis.

 

Colômbia

Os colombianos também estão indo às ruas para protestar contra seu governo, no caso outro representante da direita na região – o do presidente Iván Duque, eleito em 2018. Além de protestar contra a interrupção dos acordos de paz com as FARC, firmados pelo antecessor Juan Manuel Santos, e as mortes de líderes sociais dos camponeses, as manifestações
também cobram medidas sociais e econômicas voltadas para as classes pobres, mesmo diante da decisão do governo seguir com uma reforma das aposentadorias e das leis trabalhistas e tributárias, acusadas de serem inspiradas no governo Trump, ou seja, ultraliberal.

Tais reformas encabeçadas por Duque, avaliam cientistas do país, se esquecem de que a Colômbia tem uma das mais altas taxas de concentração de riqueza na elite local, o que incendia mais ainda os protestos. Segundo o FMI, em sua análise de desempenho econômico dos países, o PIB deverá fechar este ano em 3,6%, bem acima dos 2,4%. Com pouco mais de 50 milhões de habitantes e mesmo em ambiente de crescimento econômico, o país enfrenta uma alta taxa de desemprego, batendo os 9,7% neste ano. Desemprego elevado, concentração de renda alta e aperto de programas sociais e reformas
sobre os pobres, eis os ingredientes para os colombianos se juntarem nas ruas contra o governo de Duque em seu segundo ano de mandato.

 

Argentina

No dia 10 de dezembro, o presidente Alberto Fernández, que derrotou o empresário Mauricio Macri, assumirá a Casa Rosada, numa Argentina revivendo a volta do nome da ex-presidente Cristina Kirchner às manchetes dos jornais como vice
desse governo.

Macri, lamentavelmente, não deu conta de recuperar a economia, que está mergulhada numa crise que arrasta o PIB para -3,1% neste ano e o FMI projeta outra marca negativa para 2020, quando deverá ficar em -1,3%. O desemprego também está no centro das queixas dos argentinos, que têm hoje 10,6% da força da mão de obra sem oportunidades, e a taxa vai seguir acima de 10 pontos percentuais ainda em 2020 e 2021.

Fernandéz, por sua vez, eleito por uma coligação de esquerda, quer atacar a pobreza e a fome dos argentinos, criando duas ações, o Conselho Federal contra a Fome e o Observatório Nacional contra a Fome, mecanismos que deverão implementar políticas públicas contra a fome em nível nacional, juntando a Igreja, universidade, organizações sociais, empresas e os meios de comunicação,  repetindo, claro, um certo populismo no enfrentamento do problema.

Outro tema que deverá mobilizar o novo governo argentino é o combate à inflação, mesmo que o próprio FMI já tenha prognosticado que o país estará entre as 3 nações do mundo com a maior inflação em 2020. A projeção para 2019 é que
os preços aos mais de 45 milhões de argentinos se elevem em 54,4% em 12 meses. Por todos os lados que se olhe da Casa Rosada, os desafios do novo governo são enormes em um ambiente de descrédito com os políticos e suas medidas.

 

Chile

Surpreendidos com os protestos que tomaram conta do país desde a metade de outubro deste ano, os admiradores do Chile
não esperavam que tamanho descontentamento pudesse estar reprimido entre os 19,2 milhões de chilenos. Tido como um modelo econômico liberal na América Latina, exemplo dos bancos de investimentos em liberdade econômica, o povo foi para as ruas por conta da baixa aposentadoria, precariedade da saúde e da educação, tomando Santiago e diversas partes do país, das montanhas desérticas às cidades à beira mar.

Desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet, em 1990, o Chile não vivia uma explosão generalizada de descontentamento e de revoltas que tomaram ruas e estações de metrô, com cerca de 25 mortes, milhares de feridos e mais de 200 pessoas com traumatismo ocular.

Sebastian Piñera foi alvo de fúria nas redes sociais, com mensagens que desaprovavam seu governo atingindo mais de 90%, de acordo com pesquisas de opinião pública. Aqui, sem dúvida, o celular, as redes sociais e o fenômeno das fake news contribuíram para juntar os revoltosos por todo o país – a interpretação é que os meios de comunicação tradicionais, até os primeiros dias de outubro, estavam trabalhando para manter uma opinião de centro, controlando a insatisfação da população. Mas o Facebook, o Twitter e até o Whatsapp se transformaram no canal de “verbalização” das críticas e demandas sociais do povo.

Piñera, por sua vez, está reagindo rápido e poderá conter esse movimento porque poderá ser resolvido com reformas e apoiadas pela saudável situação econômica do país. Segundo o FMI, o PIB neste ano deve crescer 2,5% e vai a 3% em 2020, com um desemprego em 6,9% e previsto para baixar a 6,3% em 2023. São os melhores dados para um país da América Latina, no momento.

 

Peru

Com denúncias de corrupção da Odebrecht derrubando presidentes e levando Alan Garcia ao suicídio, expulsão da empresa
de Lima e até o enfrentamento do governo atual contra Keiko Fujimori, o Peru parece que vive um protesto da população para a volta do regime de direita.

Nesse clima, o presidente Martín Vizcarra, que assumiu o posto desde a renúncia de Pedro Pablo Kuczynski acuado pelo caso Odebrecht, tomou recentemente uma medida drástica, a dissolução do Congresso e a convocação de eleições presidenciais para janeiro de 2020. Ao mesmo tempo, o próprio Congresso, em reação, destituiu Martín e acabou nomeando a vice Mercedes Araóz para o posto nacional. Mas isso durou menos de 24 horas, quando Araóz renunciou.

O descontentamento do Congresso com o presidente peruano diz respeito a mudanças que Martín queria fazer na Tribunal Constitucional, tentando diminuir a liderança da oposição entre seus membros, muitos dos quais fiéis à filha do ex presidente Fujimori, Keiko. Vizcarra entende e defende que o Peru precisa combater a corrupção e a impunidade para  avançar, e reduzir a pobreza ampliando as oportunidades a todos – os políticos devem se servir menos da política para seu proveito pessoal, em suma.

Enquanto as eleições não chegam, a economia do país se mantém positiva, apesar dos descontentamentos políticos.
Depois de bater em 4% em 2018, o PIB deste ano vai ficar em 2,6% e vai se elevar a 3,6% em 2020, segundo projeta o FMI. Os 32,5 milhões de peruanos convivem hoje com um desemprego de 6,6%, mas com tendência de queda na entrada da nova
década, com uma inflação dentro de 2,2%, uma das mais ajustadas da região. Com esse cenário, embora as revoltas possam tomar as ruas de Lima e outras cidades importantes, o foco dos manifestantes devem ser os corruptos e os políticos envolvidos nas falcatruas do executivo e do legislativo.

 

Equador

Com pouco mais de 17 milhões de habitantes, o Equador se rebelou nas ruas contra o fim do subsídio dos combustíveis e outras medidas de austeridade anunciadas por Lenín Moreno. Indígenas de todos os cantos do país e os moradores urbanos marcharam contra a mudança de posição de Moreno, que havia sido eleito como continuidade do governo do esquerdista Rafael Correa, que foi generoso e atento às demandas sociais da população, mas parece que, agora, não se encontrou
modos de pagar essa conta.

Com uma avaliação baixa de seu governo, de 19,2%, Moreno tenta encontrar meios de confrontar a fraca economia do país, com um PIB projetado em - 0,5% este ano e passando a apenas 0,5% em 2020, uma taxa de desemprego em 4,3%, subindo levemente em 2020 para 4,7%, mas subindo.

 

Paraguai

A Operação Lava Jato brasileira também atingiu o vizinho Paraguai, com um pedido de prisão na justiça do Brasil do ex-presidente Horácio Cartes, acusado de se envolver com um mega doleiro e corrupto brasileiro. E deu sobrevida ao presidente Abdo Benitez, eleito no começo de 2018 e alinhado com a direita. Isso porque os apoiadores de Cartes estavam minando o apoio e as medidas do atual governo. O Brasil de Bolsonaro e a Argentina de Macri também podem ter culpa na baixa avaliação do governo de Asunción, quando negociaram uma revisão nas bases do acordo de Itaipu e de Yacyretá, reduzindo a remuneração pela energia comprada pelo Brasil e pela Argentina. Cartes, assim, ficou com a imagem de traidor da pátria e entreguista.

Uma grande questão no país tem sido a violência por conta do tráfico de drogas e o crescimento mercado de lavagem de dinheiro que se implantou ali. A influência do crime organizado do Brasil nas regiões de fronteira tem feito um número crescente de vítimas, tanto do lado das forças policiais quanto dos criminosos, mas assusta os mais de 7 milhões de paraguaios, antes habituados a uma relação com os agricultores brasileiros do que com os criminosos.

Depois de 7 anos de crescimento econômico, a recessão bateu à porta do país neste ano, com o PIB projetado a ficar em -3%,
com a atividade empresarial limitada pelo baixo desempenho do vizinho Brasil e da Argentina e também por conta do mercado internacional de pecuária e agricultura, prejudicadas em 2019 por excesso de chuvas e inundações. Há perspectivas mais positivas para o ano novo, mas sem grandes alardes.

 

Panamá

Com menos de 6 meses de novo governo, o país já enfrenta um fim de lua de mel com o presidente Laurentino Cortizo.
Depois de iniciar seu mandato com negociações e a entrada de recursos para por parte das contas em dia, o governo também foi contestado com manifestações de estudantes e a sociedade civil, ambos pedindo interrupção de reformas na Constituição que seriam votadas pela Assembleia Nacional, isso porque as mudanças seriam votadas por um legislativo desprestigiado por escândalos e corrupção.

Apesar de crescimento de 4,3% no PIB e da previsão de nova alta em 2020, para 5,5%, o Panamá é o 6º país mais desigual do mundo, e o aumento do custo de vida está contribuindo para a redução da classe média e reduzindo o consumo nacional. O alento nacional e empenho de Cortizo são os projetos de Parceria Público Privada para obras do metrô na capital, Cidade do Panamá, construção da 4ª ponte sobre o Canal do Panamá e projeto de armazenamento de gás natural para fornecer aos países da América Central.

 

Nicarágua

O que esperar da Nicarágua em 2020? A pergunta tem a resposta pronta de mais repressão por parte de Daniel Ortega, mesmo sob a pressão dos protestos nas ruas de Managua e demais cidades. Até abril do ano passado, Ortega, no governo desde 2007, manipulava a população dentro de uma relação amigável com os empresários e com as instituições democráticas, mas com os protestos do ano passado o cenário mudou.

Ortega tem se sustentado no cargo com repressão à população e perseguição aos políticos de oposição. Seu governo, repetindo um modelo na região, tem fortes acusações de corrupção e enriquecimento ilícito de aliados, mesmo que a economia dos seus 6,5 milhões de habitantes enfrente uma queda de -5% neste ano, com desemprego de 8,7% da população economicamente ativa.

O governo local já vem sofrendo sanções internacionais, mas o outrora guerrilheiro sandinista Ortega resiste no poder.

 

Venezuela

A ditadura venezuelana de Nicolás Maduro, sucessor do bolivariano Hugo Chaves, afunda a cada dia o povo do país, um dos maiores em reservas de petróleo na América do Sul. Com taxa de desemprego calculada pelo FMI em 35% da população
econômica ativa e o PIB batendo este ano em impressionantes negativos – 35%, a Venezuela deverá consumir um bom tempo para voltar à normalidade, mas que necessariamente terá que passar pela mudança no poder em Caracas.

O levante democrático da população a favor de Juan Guaidó não surtiu efeito até os dias de hoje, mesmo tendo o apoio da OEA e de governos mundiais, como dos Estados Unidos e França, para ficar apenas em 2 destacados.

No fundo, para quem conhece a realidade interna da Venezuela, o crime organizado também se infiltrou nas bases de Guaidó e dificultando um apoio e consenso para qualquer dos lados, Maduro ou Guaidó, para redemocratizar o país. Um capítulo triste para essa parte do continente, sem dúvida.

 

Bolívia

Pego por fraudes e inconsistências nas urnas de outubro último, o presidente boliviano Evo Morales, que estava no poder desde 2006, renunciou e deixou o país rumo ao México, temendo por sua segurança e de sua família. Desde então, o país vive dias de protestos e manifestações entre os apoiadores de Morales e os opositores, esses buscando uma nova liderança política
para o governo. Vice-presidente do Congresso, Jeanine Añez, assumiu o poder, respeitando a Constituição que lhe garantia esse papel. Desde então, ela tem agido para debelar as ações do modelo Socialismo do Século XXI, que deram a direção aos quase 14 anos de Morales na Bolívia.

Vivendo de bons resultados da commodities, o país tem crescido a taxas impressionantes, como os 6,8% de 2013, por exemplo. Mas a crise também chegou por lá e este ano deve fechar em 2,5% de alta do PIB, embora o próprio FMI tenha expectativa de a Bolívia fechar 2020 com até 3,8% de alta no produto interno bruto em meio à crise política instaurada com a renúncia de Morales e a rapidez com que Añez já andou com o novo processo eleitora, previsto para março ou abril do próximo ano.

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Este artigo foi produzido por Paulo Andreoli, chairman do MSLGROUP na América Latina, e contou com a colaboração dos CEO’s das agências do grupo e afiliadas na região:

MSL Argentina / Alurralde Jasper + Asoc. – Matias Alurralde
MSL Bolívia / Extend – Clemencia Siles
MSL Chile / MG Consulting – Tatiana Guiloff
MSL Colombia / Jimeno Acevedo – Mario Acevedo
MSL Equador / Comunicandes Consulting – Fielding Dupuy
MSL México / PRP – Paola de la Barreda
MSL Panama / Logos – Fernando Cuenca
MSL Paraguai / DESA – Roberto Codas
MSL Peru / Corpro – Bernardo Furman
MSL Uruguai / N3XO – Pablo Reyes

Fonte: MSL Andreoli



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