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13/04/2020

O dilema do seguro num momento de crise [Clamapi Seguros]

Sempre que uma pessoa ou empresa passa por uma situação financeira difícil, seja qual for o motivo, é necessário que haja uma revisão de todas as despesas para verificar aquelas que podem ser cancelas ou renegociadas. E é comum que o seguro esteja na lista de cortes mas caso ocorra um sinistro (evento), dependendo das proporções deste evento pode decretar que todo o esforço feito para adquirir um determinado patrimônio ou redução de custo tenha sido em vão.

Exemplo 1: a pessoa perde o emprego e resolve cancelar o seguro do carro que em muitos casos está financiado. Se a pessoa bater o carro ou que mesmo seja roubado dificilmente terá recuso para arcar com o prejuízo. E se você atropelar alguém ou bater o carro e for culpado pelo acidente terá que arcar com os danos causados à terceiros, a situação é pior ainda. Se o seu carro vale R$ 25 mil você sabe que perderá 25 mil mas os danos causados à terceiros podem custar muito mais.

Dicas para o exemplo 1: você pode contratar uma apólice que cubra somente Perda Total (por colisão ou roubo/furto) mais a cobertura de danos causados à terceiros. E tente parcelar ao máximo se possível em 12 vezes para que a parcela pese menos no orçamento familiar.

Exemplo 2: um estabelecimento decide cancelar a apólice de seguro patrimonial com várias coberturas sendo que a principal é de incêndio. Qualquer evento que ocorra a empresa pode não ter folego para arcar com os prejuízos e a situação pode ser tão grave que chegue ao ponto de a empresa encerrar as atividades.

Dicas para o Exemplo 2: você pode negociar que os limites de algumas coberturas sejam reduzidos e/ou negociar franquias mais altas que levarão a redução do custo do seguro. Muitas vezes não vale a pena pois se você dobrar a franquia da apólice a redução não será na mesma proporção, mas ainda que redução seja pequena num momento de crise é melhor correr o risco de ter que pagar uma franquia maior do que não ter um seguro.

Exemplo 3: a maioria das empresas ainda não possuem o seguro cibernético que cobre os impactos decorrentes de um ataque de hackers, que aliás não estão dando trégua neste período de pandemia. E na maioria das empresas o risco digital é um dos maiores riscos se não o maior. O risco de uma empresa sofrer um ataque cibernético é muito maior que o risco de incêndio.

Dicas para o exemplo 3: a empresa pode começar contratando uma apólice com limites mais baixos e/ou negociar franquias maiores conforme mencionado no exemplo 2. E mais uma vez vale mencionar que é melhor ter algo ainda que com limites menores do que não ter nada.

Enfim, consulte o seu corretor de seguros para que ele possa te auxiliar com as opções adequadas que possam atender a sua necessidade neste momento de crise que estamos enfrentando.

Fonte: Assessoria



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