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MUNDO

08/06/2020

Curso inédito de língua e cultura portuguesas arranca em julho com visitas virtuais

O instituto Camões e cinco universidades lançaram um inédito curso de verão de Língua e Cultura Portuguesas. Curso será à distância, é aberto a estudantes de todo o mundo e arranca em 6 de julho.

O instituto Camões e cinco universidades lançaram um inédito curso de verão de Língua e Cultura Portuguesas à distância que, além da formação, vai proporcionar visitas online a espaços culturais, foi esta segunda-feira anunciado.

Em declarações à agência Lusa, o presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Luís Faro Ramos, destacou o caráter inovador desta formação, que é “o primeiro curso à distância de língua e cultura portuguesas”.

O curso, aberto a estudantes de todo o mundo, arranca em 6 de julho, estando já a decorrer as inscrições, e terá a duração de quatro semanas, com turmas de um máximo de 15 alunos.

A formação resulta de um consórcio que integrando cinco instituições de ensino superior portuguesas – universidade de Aveiro, de Coimbra, do Minho, Nova de Lisboa e do Porto) e o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, que disponibiliza 15 bolsas.

O Camões irá também disponibilizar no seu portal um conjunto de formações modulares sobre temáticas no âmbito da cultura portuguesa.

Às universidades caberá a conceção e realização de um dos níveis oferecidos, o qual compreenderá uma vertente de língua, disponibilizada na sua própria plataforma.

Luís Faro Ramos destaca a facilidade com que estudantes de todo o mundo poderão inscrever-se e participar neste curso de verão e disse estar convicto que a resposta será positiva, tendo em conta o crescente interesse que se tem vindo a registar nos anteriores cursos de verão e também pela língua portuguesa.

Com esta iniciativa, afirmou o presidente do Camões, o instituto está “a prosseguir a política dos três ‘C’: Conteúdos, certificação e creditação”.

Outra inovação que este curso inclui é o facto de ser certificado pelas cinco universidades que compõem o consórcio e o Camões. Às universidades caberá a conceção e realização de um dos níveis oferecidos, o qual compreenderá uma vertente de língua, disponibilizada na sua própria plataforma.

Fonte: Observador



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