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MUNDO

06/07/2020

Canções, contos, filmes? Os desenhos de Manuel Vieira trazem isso tudo dentro deles

Lello Minsk, Lello Perdido, candidato Vieira, Manuel Vieira. Sobre ele pode-se dizer muita coisa, mas é manifestamente redutor afirmar que Manuel João Vieira há só um. Músico (nos Ena Pá 2000 e Irmãos Catita), ator, performer, argumentista, Manuel João integrou, nos anos 80, o grupo Homeostético com Fernando Brito, Pedro Proença, Pedro Portugal, Ivo e Xana, um coletivo artístico apostado em revirar uma certa pasmaceira nacional de pernas para o ar, e o humor e o absurdo estiveram sempre presente nas coisas que fez como artista plástico (pintura, performance, escultura, instalação).

“Border Line” é uma exposição de desenho, ou melhor, uma instalação de desenho onde conta tanto o que se vê como o modo como se vê. A toda a altura das três paredes da galeria estende-se um grande rolo seccionado de papel pardo industrial no qual se inscrevem dezenas de desenhos em três sequências horizontais.

Fonte: Expresso



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