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01/09/2020

Conheça as dúvidas mais frequentes sobre energia solar fotovoltaica [Solara Energia]

A energia solar para residências estará cada vez mais presente na casa dos brasileiros. A
Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) estima que até 2024 mais de 800 mil
consumidores residenciais e comerciais adotarão a microgeração solar fotovoltaica.
As razões que levam a essa previsão são várias e bem conhecidas: a fonte solar é limpa,
renovável e abundante no território brasileiro. Além disso, com o aumento das tarifas de
energia, a tecnologia fotovoltaica vem se tornando cada vez mais rentável. Por isso,
recomenda-se cada vez mais investir em energia solar para residência, comércios e
indústrias.

Mesmo com todo esse destaque como fonte de energia, algumas dúvidas frequentes podem
confundir o consumidor na hora de decidir por produzir sua própria eletricidade.
Confira as respostas para algumas dúvidas sobre energia solar para residência que irão te
ajudar na sua decisão:

1. Como é feita a instalação de energia solar para residência?
O processo de instalação do sistema fotovoltaico é relativamente rápido, mas requer
preparação. O primeiro passo é a elaboração de um projeto por uma empresa especializada.
Esse projeto é fundamental, principalmente para que o sistema se adeque às necessidades e
características da região. O consumo, a orientação geográfica da residência, a existência de
sombreamento e a inclinação do telhado são alguns dos fatores que precisam ser avaliados
para garantir que o sistema atinja sua máxima performance.

O sistema contará com painéis fotovoltaicos (responsáveis por gerar a corrente elétrica),
estruturas de fixação para apoio dos módulos e um inversor, que transforma a corrente
elétrica dos painéis na eletricidade que alimenta nossos aparelhos, assim como outros
dispositivos de segurança, garantindo que o sistema opere tranquilamente. Além disso, a
concessionária de energia também realiza a troca do medidor de energia unidirecional para
um bidirecional, que registra tanto a eletricidade gerada pelos painéis e a recebida pela rede.
Instalações residenciais demoram de 1 a 2 dias para serem finalizadas, dependendo das
características do sistema. É importante destacar que, no geral, não são necessárias obras
civis para adequação do sistema à residência. Basta instalar os painéis no telhado, conectar o
sistema à rede elétrica do local e desfrutar da economia proporcionada.

2. Como é a operação e manutenção desses painéis?
Fabricantes de painéis fotovoltaicos oferecem uma garantia de performance com uma
degradação anual: aos 10 anos de operação, o sistema estará com 90% de sua capacidade
original. Já com 25 anos, ele estará operando a 80% de sua capacidade. Portanto, mesmo
depois dos 25 anos, o sistema continuará operando indefinidamente.
Para tanto, durante o período de uso, caso a água da chuva não seja suficiente para limpar os
módulos, sugere-se uma manutenção bastante simples: limpeza dos painéis uma ou duas
vezes ao ano apenas com água para remover possíveis sujeiras que podem diminuir a
eficiência do sistema.

3. Como dimensionar o sistema fotovoltaico?
O dimensionamento do sistema fotovoltaico depende de inúmeros fatores. Primeiramente é
preciso calcular o custo médio de energia da casa para saber quanta energia será necessária.
A segunda medição deve se dar com relação a escolha do painel solar e o número de placas
necessárias. Essa escolha vai variar conforme as necessidades energéticas da casa e o
número de placas que se pode incluir no telhado da residência.
Além disso, existem outras etapas que precisam ser levadas em conta, como o
dimensionamento do inversor, que é responsável pela energização de equipamentos em
corrente alternada.

4. É possível produzir eletricidade sem depender da rede convencional?
Sim, é possível através de sistemas off-grid. Isso quer dizer que toda a energia produzida
pelos painéis é utilizada na propriedade. No entanto, como as placas fotovoltaicas não
produzem energia na ausência de sol (durante a noite, por exemplo), a bateria se torna uma
necessidade importantíssima para o projeto. Afinal, é preciso que se produza uma
quantidade diária excedente de energia para que seja empregado a noite.
Diferentemente de sistemas isolados, o sistema on-grid é conectado à rede elétrica
convencional, o que descarta a necessidade de baterias, afinal, todo o excedente produzido
pelas placas é enviado para a rede e transformada em créditos para utilização posterior.

5. Consigo zerar a minha conta de luz?
Infelizmente, não é possível zerar a conta de energia no Brasil. Será necessário pagar o
Custo de Disponibilidade, o qual depende do tipo de ligação elétrica que se tenha em casa.
Para os consumidores residenciais, o valor é cobrado da seguinte forma:
. Rede monofásica: valor em moeda corrente equivalente a 30 kWh;
. Rede bifásica: valor em moeda corrente equivalente a 50 kWh;
. Rede trifásica: valor em moeda corrente equivalente a 100 kWh.
Portanto, não é recomendável instalar um sistema que cubra 100% de suas despesas com
energia elétrica.

6. O que acontece se houver uma produção de eletricidade maior do que o consumo?
Caso a energia produzida num mês seja maior do que o consumo, seu excedente é utilizado
por outros pontos ligados à rede e convertido em créditos para a Unidade Consumidora.
Esses “créditos de energia” terão um prazo de validade (60meses) e serão automaticamente
usados quando o sistema gerar menos que o consumo, diminuindo a fatura nos meses
seguintes.
Uma outra possibilidade é a de gerar energia num local e consumir em outros da mesma
titularidade, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora - esse é o
chamado “autoconsumo remoto”. Por exemplo: uma instalação feita numa casa de praia terá
geração maior que o consumo durante praticamente o ano todo. Esse excedente poderá ser
alocado na residência do consumidor, que poderá desfrutar da economia mesmo não
consumindo no local onde a energia é gerada.

7. Se houver um apagão na rede elétrica, o sistema fotovoltaico fornece a eletricidade?
Como o sistema está conectado à rede, ele não irá gerar energia em casos de queda de
fornecimento. Isto acontece por motivos de segurança: caso seja necessária manutenção da
rede elétrica, ela não poderá estar energizada.
Restou mais alguma dúvida sobre energia solar? Entre em contato com o time da SOLARA
para esclarecer!

Fonte: Assessoria



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