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MUNDO

13/10/2020

Programa Loops expande-se e exibe sete obras no Museu do Chiado

O Programa Loops.Expanded exibe, a partir de hoje, sete trabalhos na área do vídeo em ´loop´ no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa, numa primeira edição que se expande para mais quatro países.

 

Este novo Loops alargou o conceito original e inicial do Loops.Lisboa, projeto criado pela Duplacena, que deu origem a uma competição nacional de vídeo de cinco edições no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (MNAC), entre 2015 e 2019.

O projeto agora reformulado, internacionalizou-se com parcerias no Brasil, Espanha, Países Baixos e Itália, que em rede, se propõem expor e investigar o conceito e a forma do ´loop´ na videoarte, e "promover, de forma descentralizada, um conjunto de atividades", através de exposições, conferências ou masterclasses, de acordo com a organização.

Em Lisboa, sede do projeto, o Loops.Expanded, a Duplacena e o MNAC vão exibir, em ciclos individuais de três semanas, trabalhos realizados por Shahar Marcus (Israel), Miguel Escobar (Colômbia), W. Mark Sutherland (Canadá), Emanuele Dainotti (Itália), Kika Nicolela (Brasil), Ilaria Di Carlo (Itália) e Hasan Daraghmeh (Palestina/Noruega).

A programação deste ciclo é o resultado de um trabalho convergente entre os curadores da mostra - Alisson Avila, Irit Batsry e Emília Tavares - e do museu, e será acompanhada por um programa paralelo.

Na sua primeira ´open call´ internacional, a primeira edição recebeu mais de 250 trabalhos de 42 países, resultando numa seleção de 17 obras.

Cada parceiro da rede tem autonomia para construir as suas exibições a partir da seleção curatorial, sendo que o Loops.Expanded assenta na experimentação de um modelo descentralizado de investigação, curadoria e exibição, que envolve atividades em nome próprio e em parcerias, desenvolvidas pela Duplacena (Lisboa), Proyector (Madrid), OndaVideo (Pisa), WWVF (Amsterdão) e Cine Esquema Novo (Porto Alegre).

"Desde o pré-cinema, e o movimento mecânico de criação de imagens em movimento, até ao tempo presente dos loops infinitos computacionais, sonoros e audiovisuais e a efemeridade dos GIFs, o ´loop´ está presente em muitos contextos e as suas possibilidades são verdadeiramente exponenciais, criando um terreno naturalmente fértil para os artistas", destacam as curadoras.

Até 14 de fevereiro de 2021, o público poderá ver, no MNAC, em Lisboa, de Shahar Marcus (Israel) 'Dig' (2019), de Miguel Escobar (Bélgica) 'An Image of a Façade' (2020), de W. Mark Sutherland (Canadá) 'America, a videopoem' (1988), de Emanuele Dainoti (Italia) 'Santa María' (2018), de Kika Nicolela (Brasil) 'Actus' (2010), de Ilaria Di Carlo (Itália) 'The Divine Way' (2018) e de Hasan Daraghmeh (Palestina/Noruega) 'The Door' (2020).

 

Fonte: Notícias ao Minuto

 



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